sábado, 6 de fevereiro de 2010

Bombeiros do DF que Estiveram no Haiti Recebem Homenagem


Comovidos pela dor de um povo

Bombeiros do DF que estiveram em Porto Príncipe se emocionam ao receber homenagem

Homenageados ontem pelo Comando dos Bombeiros e pela Câmara Legislativa, os 21 militares brasilienses que foram ao Haiti prestar ajuda humanitária garantem que toda a experiência profissional e pessoal adquiridas ao longo de 20 dias no país devastado superam qualquer prêmio que poderiam, um dia, receber como forma de reconhecimento. “Não tem certificado ou cerimônia que supere a recompensa de ter dado um auxílio àquele povo”, admite o soldado Robson da Silva Daniel, 28 anos. Para o tenente-coronel Rogério Alvarenga, 44, que comandou as operações, a ida ao Haiti(1) foi uma experiência única. “Como lição de vida, tirei que a gente reclama de tudo, mas tem gente em situação muito pior que a nossa e está sobrevivendo”, explica o comandante.

Os bombeiros contaram que quando chegaram à cidade de Porto Príncipe, onde atuaram, ficaram impressionados com a miséria da população. “Chegamos na cidade menos de 48h depois dos terremotos. Tinha muitos corpos na rua e a cidade exalava um cheiro forte de cadáveres em estado de putrefação”, lembra Robson, acrescentando que lixo e esgoto corriam a céu aberto.

O segundo-sargento Glahston Felix Albuquerque, 42 anos, destaca que a situação da população no país é desesperadora. “Até para a gente, que é acostumado com situações trágicas, foi terrível”, assegura. “Vi uma criança de 7 anos que tentava mamar no seio da mãe, enquanto a mulher estava dando de mamar para o outro filho, um bebê. Também havia pessoas dando paulada umas nas outras por comida e água; outras vendendo doações, como roupas e sapatos, para poder comprar comida. Porto Príncipe é uma cidade de pedintes.” Uma das coisas que ele achou mais curiosa foi os haitianos terem aprendido a falar “me dá água, me dá comida” em português para pedir donativos às equipes de resgate.

Emoção

Um dos momento mais impactantes para os brasilienses foi o resgate dos corpos de um funcionário da Organização das Nações Unidas e do filho dele, de 4 anos. “A esposa do funcionário tinha sobrevivido e esperava que o marido e filho estivessem vivos, mas a gente sabia que, depois de tanto tempo, eles não tinham chance”, conta Robson. Os dois estavam sob cinco andares de escombros e a posição dos corpos de pai e filho emocionaram as equipes. O cabo Luciano Souza, 38 anos, admite que a “lágrima correu no olho” quando viu a cena e se lembrou dos quatro filhos. “Quando vi o corpo do pai em uma posição que parecia estar tentando salvar o filho, tirando o menino pela janela, me coloquei no lugar dele”, detalha.

Após enfrentar réplicas do terremoto que destruiu o país, ver tantas pessoas mortas e crianças órfãs pedindo alimento e carinho, o soldado Robson, poucos minutos antes de receber um certificado com menção elogiosa pelo serviço prestado à população haitiana, alerta para a necessidade de ajudar o Haiti. “Pequenas ações ajudam a população que, sozinha, não tem como se reerguer. Toda ajuda é importante e necessária. Só quem esteve lá sabe como é”, garante.
Fonte: Correio Braziliense

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010

Policial militar morre pedindo socorro ao COPOM


Fonte: Tiscali Video

Você conhece esse PM?


Eu também fiquei surpreso, mas como diz o velho ditado:
"O mundo dá voltas..."

Max Dias

Força Nacional Apoiará PF na Vigilância das Fronteiras

BRASÍLIA - O ministro da Justiça, Tarso Genro, autorizou o emprego temporário da Força Nacional de Segurança (FNS) em apoio à Polícia Federal (PF) na execução do Plano Nacional de Atuação nas Áreas de Fronteira. Com a autorização, que está em portaria publicada hoje no Diário Oficial da União, a Força e a PF atuarão em conjunto no combate ao tráfico de drogas e armas e saída irregular de riquezas em 11 Estados brasileiros que fazem fronteira com outros países.

De acordo com a portaria, os Estados são: Acre, Amapá, Amazonas, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Pará, Paraná, Rio Grande do Sul, Rondônia, Roraima e Santa Catarina. A duração da participação da Força Nacional será de 120 dias, prazo que poderá ser prorrogado. O total de policiais que o Ministério da Justiça colocará à disposição do plano ainda será definido pelos órgãos envolvidos.
Fonte: Agência Estado

PMES - Preso acusado de passar 3 mil trotes pornôs à polícia

Foi preso ontem no município de Viana, no Espírito Santo, Alexandre Santos Schreiber, de 20 anos. Ele é acusado de passar pelo menos três mil trotes pornográficos pelo telefone 190, do Centro Integrado Operacional de Defesa Social (Ciodes). Alexandre, que usava o nome de "Cassiano" quando fazia as ligações, foi detido em sua residência. Com ele foram encontrados mais de 200 DVDs de conteúdo pornográfico, recortes de revistas, três celulares e vários chips que eram usados para os telefonemas.

As investigações foram iniciadas em abril do ano passado pelo Núcleo de Repressão às Organizações Criminosas (Nuroc). Desde então, foram feitas pelo acusado três mil ligações, o equivalente a oito chamadas por dia, segundo o Ciodes. O suspeito já tem passagem pela polícia por agressão contra a mãe e vai responder pelo crime de atentado contra a segurança de serviço de utilidade pública. Ele poderá pegar pena de um a cinco anos de reclusão.
Fonte: G1

PM é morto após ter carro roubado na Zona Norte

Policial estava em rua de Anchieta, no subúrbio do Rio. Suspeitos atiraram contra a vítima e levaram o veículo.

Um policial militar do Batalhão de Choque morreu nesta sexta-feira (5) ao ser atingido por um tiro na cabeça durante um assalto na Rua Gertrudes, em Anchieta, no subúrbio do Rio.

Segundo a Polícia Militar, o policial estava de madrugada em seu carro quando foi rendido pelos criminosos. Os suspeitos roubaram o veículo e atiraram na vítima.

Policial federal foi baleado

Na última quinta-feira (4), o policial federal Mario Henrique Rebello foi baleado na Rua Fábio da Luz, no Méier, no subúrbio do Rio.

Segundo a polícia, ele teria sido vítima de uma tentativa de assalto. Mario foi atingido no braço, na virilha e nas costas. Segundo a Secretaria municipal de Saúde, o agente foi encaminhado para o Hospital Salgado Filho, no Méier, e transferido para um hospital particular.
Fonte: G1

PMESP - Batalhão de elite da PM tem novo comandante

4º Batalhão de Policiamento de Choque reúne três unidades especializadas da Polícia Militar - o Comando de Operações Especiais (COE), o Grupo de Ações Táticas Especiais (Gate) e o Canil


Tenente-coronel Antônio Marin assume o comando do batalhão

O 4º Batalhão de Policiamento de Choque (BPChq), que centraliza unidades de elite da Polícia Militar - o Comando de Operações Especiais (COE), o Grupo de Ações Táticas Especiais (Gate) e o Canil - está sob novo comando. A partir de agora, estará à frente do batalhão o tenente-coronel Antônio Marin, que assumiu o cargo na manhã desta quinta-feira (04).

As unidades do 4º BPChq são especializadas em operações especiais, onde se destaca o regaste de reféns, ocorrências com bombas, patrulhamento em locais de alto risco e salvamentos de pessoas desaparecidas em matas.

O tenente-coronel Flávio Jari Depieri, que atua desde 2001 na Tropa de Choque da PM e comandava o 4º BPChq, foi quem passou o posto ao coronel Marin. O novo comandante do batalhão ingressou na Polícia Militar em 29 de janeiro de 1979.

Após se formar na Academia de Polícia Militar do Barro Branco (APMBB), Marin atuou nas Rondas Ostensivas Tobias de Aguiar (Rota), no Gabinete do Comandante Geral, no 3º BPChq, no Centro de Seleção, Alistamento e Estudos de Pessoal da PM (CSAEP) e, por fim, no 4º BPChq, onde agora é comandante.

O 4º Batalhão de Policiamento de Choque

Criado a partir do desmembramento do 3º BPChq, em novembro de 2008, dentro de um programa de reestruturação da Polícia Militar, o 4º BPChq conta com um efetivo de 397 policiais, divididos entre o COE, Gate e Canil. Deste total de profissionais, 31 são policiais femininas. A mais antiga unidade do batalhão é o Canil, com 59 anos - o COE tem 39 anos de existência, e o Gate surgiu há 21 anos.

A unidade dispõe de 49 viaturas, sendo que em 2009 recebeu quatro viaturas usadas da Corregedoria da PM - destinadas ao Canil - e uma nova viatura ao comandante do batalhão. Hoje, o Canil da PM conta também com 82 cães farejadores e de patrulhamento.

Atividades e números

Ao 4º BPChq são atribuídas missões de contra-guerrilha urbana e rural, patrulhamento em locais de alto risco como favelas, resgate de reféns, ocorrências que envolvam explosivos, salvamento de pessoas perdidas na mata, localização de drogas, entre outras funções. A unidade ainda apoia operações de controle de rebeliões e faz a segurança em eventos de grande porte. Além disso, promove cursos de especialização em suas áreas de atuação, com o objetivo de contribuir para o desenvolvimento profissional.

Em 2009, os policiais militares do 4º BPChq atenderam 17 ocorrências com explosivos e 17 com simulacro, nove ocorrências com reféns, realizaram 19 buscas de pessoas perdidas em matas, recapturaram 21 foragidos da Justiça e impediram um suicídio.

Atuações de destaque

O Canil - responsável por executar policiamento ostensivo com cães, apoiar operações de controle de distúrbios civis e em estabelecimentos prisionais, atuar com cães farejadores no combate ao narcotráfico e na localização de explosivos e pessoas - teve diversas atuações de destaque no ano de 2009.

Dentre essas ocorrências de sucesso, destaca-se a localização de grande quantidade de drogas durante a Operação Saturação por Tropas Especiais (Oste), deflagrada em setembro do ano passado, no Jardim São Camilo, em Jundiaí, distante 60 quilômetros da Capital. Com o auxílio de 14 cães farejadores do Canil da PM, foi possível localizar 79 tijolos de maconha - pesando aproximadamente 100 quilos -, cinco quilos de cocaína e 1,2 mil pinos com a mesma droga, além de mil pedras de crack.

Nesta mesma operação, o COE estourou um laboratório de refino de drogas em uma favela e apreendeu quatro radiotransmissores, seis balanças de precisão, 13 tabletes de maconha, 287 invólucros de maconha, 930 pinos de maconha, 100 munições calibre .45, 17 munições de carabina calibre 12, 46 munições calibre .40, um silenciador, R$ 3.350 em dinheiro e duas cadernetas de contabilidade do tráfico.

A atuação de destaque mais recente dos policiais do COE foi realizada no último dia 26, e resultou em uma refinaria de drogas estourada e dois traficantes presos na favela Dique Sambaiatuba, em São Vicente - distante 74 quilômetros da Capital. Com a dupla foram apreendidos 12 quilos de cocaína e 50 quilos de uma substância para batizar a droga.

Dentre as ocorrências atendidas pelos policiais do Gate em 2009, vale ressaltar um caso de sequestro e cárcere privado ocorrido na rua Raimunda Franklin de Melo, no Parque Santo Antonio, zona sul da Capital. Na ocasião, um ajudante, de 25 anos, invadiu um estabelecimento comercial e manteve o proprietário refém. O Gate foi acionado e, durante a madrugada, após longa negociação, realizou uma operação tática e conseguiu libertar a vítima sem ferimentos. Para isso, os PMs realizaram um disparo não letal, com aplicação de choque, que mobilizou o acusado.

Fonte: Assessoria de Imprensa e Comunicação da Secretaria da Segurança Pública

PMERJ - Polícia do Rio vai treinar tiro em videogame de última geração

Secretaria de Segurança investe R$ 3 milhões em duas salas para a PM e uma para a Civil, onde agentes vão simular disparos e abordagem
POR PAULA SARAPU

Rio - O assalto acontece dentro de um bar cheio de inocentes. Agarrados aos reféns, os bandidos estão escondidos atrás de um balcão e gritam aos policiais, ameaçando matar as vítimas caso eles avancem. Numa ação surpresa, durante a abordagem, outro criminoso sai do banheiro atirando. É neste momento que o policial precisa saber como e quando revidar — e, felizmente, pelo menos na cena descrita acima, as vítimas e criminosos não passam de personagens de um videogame gigante.

No simulador, vítimas e criminosos são personagens de um jogo com cenários realistas em que o policial, no meio, usa colete que dá choque quando ele é ‘ferido’ Foto: Divulgação
Cercados por telas do tamanho de paredes, policiais civis e militares usarão cenários realistas para praticar tiros e exercitar técnicas de reação e abordagem. O que parece ser uma brincadeira é, na verdade, o que há de mais moderno para treinamento e reciclagem do agente para uso de armamentos.

A tecnologia americana da sala de simulação, já implementada para as polícias do Amazonas e de Rondônia, não vai substituir os estandes de tiros tradicionais, mas servirá para complementar as técnicas de abordagem e disparos. Três salas — uma para a Polícia Civil e duas para a PM — estão sendo adquiridas pela Secretaria de Segurança, num investimento de cerca de R$ 3 milhões.

O sistema funciona em um espaço hexagonal de 144 metros quadrados com cinco telas de três metros de altura por 2,40 m de largura. As imagens cobrem 300 graus e o policial, no meio, usa um colete que dá choque quando ele é ‘ferido’. O instrutor programa o cenário e o desfecho, interfere na luminosidade da cena e escolhe ainda as situações reais do dia a dia do policial, como confrontos na rua, em locais fechados, perseguições com a própria viatura (que caberá no espaço) ou confrontos em comunidades. As armas serão as mesmas usadas em serviço, adaptadas apenas para disparar laser, em vez de balas.

De acordo com o comandante do Centro de Instrução de Tiros da PM, major Paulo Roberto das Neves, os policiais chegam a dialogar com os criminosos. A tradução dos textos já está sendo feita e a previsão é de que em seis meses os simuladores já estejam funcionando na Cidade da Polícia, no Jacaré, no Centro de Formação de Praças (Cefap) e no Centro de Instrução de Tiros da PM, em Sulacap.

“É tudo muito real. O sistema permite que o policial interaja com imagens de pessoas em tamanho real. O peso da arma é igual e ele até vai sentir no braço o mesmo impacto de quando atira. Por tradição, o policial aprende a sacar a arma e atirar. Nesta sala, ele também vai se deixar levar pelo ambiente, mas terá que pensar em quando e como atirar, terá que trabalhar a atenção e o reflexo. Para o resto da vida, ele vai se lembrar dos erros que teve ali e que não pode repetir na rua”, explicou o major, que participou dos testes durante processo de licitação.

Na PM, reciclagem depois de férias

O sistema vendido por uma empresa paulista vem carregado com cerca de 40 cenas e cada uma delas apresenta quatro possibilidades de desfecho — escolhidas pelos instrutores para ensinar e testar os policiais. O treinamento poderá ser feito com até três policiais dentro da sala hexagonal e eles ainda poderão trabalhar dentro das viaturas reais. Na PM, a ideia é que os policiais de todos os batalhões possam participar das atividades do simulador.

“O objetivo do simulador é trabalhar o tiro seletivo. Esta atividade será um módulo dos cursos de capacitação. Todos os policiais que voltarem das férias passarão pelo simulador e os batalhões terão escalas periódicas para fazer o treinamento”, afirmou o major Paulo Roberto das Neves, instrutor de tiro da PM.

O comando da Polícia Militar pretende padronizar as aulas de tiros na corporação e deve autorizar em breve a criação de um ficha individual de tiros para os policiais. Ali estarão registrados todos os cursos e números de disparos que fez o PM. A baixa quantidade de tiros e os treinamentos escassos são, hoje, uma das queixas da tropa.

“Não existe fatalidade. Só se pode puxar o gatilho com total convicção dos efeitos dessa ação. A corporação não quer mais lembrar de treinamentos de tiro só quando há alguma tragédia”, disse o comandante do Centro de Instrução.

Policial se sente dentro de um filme

No estande de tiros da Polícia Civil são disparados, nos cursos de formação, em média 750 tiros por aluno. Nos cursos de reciclagem, que duram um dia, os agentes atiram 500 vezes com pistolas, fuzis, espingardas e submetralhadoras. Já no Centro de Instrução de Tiros da PM são 40 mil munições para treinamento, recarregadas pela própria corporação, que só precisa comprar no mercado a ponta da bala. A Polícia Civil também recebeu a doação de uma máquina que recarrega cartuchos, mas ela não está sendo utilizada.

Subchefe operacional da Polícia Civil, o delegado Carlos Oliveira testou um simulador de tiros nos Estados Unidos e trouxe a ideia para a Secretaria de Segurança, em 2007. Ele acredita que os simuladores também têm um aspecto importante para a economia do estado.

“É como se o policial estivesse no meio de um filme, numa situação bem próxima da realidade. O bandido fala, retruca, o policial será instruído sobre como deve se comportar e ainda pode refazer o que fez de errado no treino”, ressalta. Carlos Oliveira diz que também haverá um calendário de treinamento para delegados e agentes de todas as unidades e também para os alunos da Academia de Polícia (Acadepol).

No Centro de Instrução de Tiros, cadetes da PM gastam 1.200 munições por mês em treinamento no curso intensivo — 50 por dia. Quando retornam das férias, os policiais também passam por reciclagem e fazem cerca de 70 disparos.
Fonte: ODiaonline

PEC 300 - Comentário do Leitor Elio Costa

Meu nome é Elio de Souza, sou policial militar da reserva, participei da caminhada a fovor da PEC 300 dias 02 e 03 de fevereiro 2010 em Brasilia, e foi muito positiva, lotamos o plenário da Câmara dos Deputados nos dois dias. Infelizmente a grande maioria não pode entrar por que o espaço é muito pequeno. No dia 03 fizemos o que nunca tinha sido feito dentro do plenário da Câmara, pois ali é pribido até aplaudir ou qualquer outro tipo de manifestação que perturbe o andamento dos trbalhos. Então combinamos de cantar o Hino Nacional na hora que o presidente de Câmara Michel Temer entrasse. Quando ele entrou contamos o Hino Nacional, ele não interropeu e disse: "...é o Hino Nacional, dá para aceitar". E depois, nos garantiu que vai por em pauta para votação na proxima semana, esperamos que sim. Quero ainda convidar todos que não puderam ir desta vez, que façam um esforço na proxima, pois é certeza que a PEC300 vai ser aprovada, mas temos que nos unir ainda mais para sermos mais fortes. Ovimos comentários de deputados de que nenhuma manifestação mecheu tanto com o Congresso como a nossa. E isso deu pra sentir na emoção dos discursoa dos deputados nos dias 02 e 03 no plenário. Teve deputado que e acapou deixando de lado e falou só sobre a PEC 300. Isso me emocionou muito, eu senti que se todos os Policiais Militeres e Corpo de Bombeiros se unirem nós coseguimos a implantação da PEC 300 ainta este ano. Quero ainda pedir ao povo brasileiro que nos ajudem nessa batalha, pois nós arriscamos as nossas vidas para protrger o povo brasileiro. Muito obrigado Brasil.
Autor: Elio Costa, policial militar da reserva

Norma alagoana que pune servidor (POLICIAL CIVIL) em estágio probatório envolvido em greve é inconstitucional

O Plenário do Supremo Tribunal Federal (STF) julgou inconstitucional, na tarde desta quinta-feira (4), norma editada pelo governador do estado de Alagoas em 2004, que previa punição para servidores em estágio probatório envolvidos, comprovadamente, em movimentos grevistas. Para os ministros, não há embasamento na Constituição para que se faça distinção entre servidores estáveis e não estáveis, nos casos de participação em movimento grevista.

A Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) 3235 foi ajuizada na Corte pela Confederação Brasileira de Trabalhadores Policiais Civis (Cobrapol). A entidade questiona o parágrafo único do art. 1º do Decreto alagoano 1.807/04, que estabelece consequências administrativas para servidor público em estágio probatório, caso fique comprovada sua participação na paralisação do serviço, a título de greve.

Para a confederação, a norma ofenderia o artigo 5º, LV, da Constituição Federal, por prever a exoneração de servidor sem a observância dos princípios do contraditório e da ampla defesa. Além disso, ao impedir o livre exercício do direito de greve pelos servidores em estágio probatório, afrontaria o disposto no art. 37, VII, da Constituição.

O julgamento da ação começou em dezembro de 2005. O relator do caso, ministro Carlos Velloso (aposentado), votou pela improcedência da ação, por considerar que a norma do artigo 37, inciso VII, da Constituição depende de normatização ulterior. Dessa forma, Velloso considerou constitucional a norma alagoana. O julgamento foi interrompido, então, por um pedido de vista do ministro Gilmar Mendes.

Ao retomar o julgamento na tarde desta quinta, Gilmar Mendes votou pela procedência da ação. Segundo o presidente da Corte, não existe, na Constituição Federal, base para que se faça esse "distinguishing” (distinção) entre servidores e servidores em estágio probatório – em função de movimentos grevistas. O ministro citou ainda as decisões da Corte em diversos mandados de injunção em que o Plenário analisou o direito de greve dos servidores públicos.

Todos os ministros presentes à sessão desta quinta acompanharam o presidente, declarando a inconstitucionalidade do dispositivo. A ministra Cármen Lúcia Antunes Rocha comentou que, no presente caso, ao distinguir servidores estáveis e não estáveis, o dispositivo afrontaria, ainda, o principio da isonomia.
Fonte: Notícias STF