Segundo a polícia, que chegou até o entorpecente depois de trabalho investigativo, Roberto já era procurado por tráfico no Estado do Paraná e iria distribuir a maconha na cidade de Suzano, na região leste da Grande São Paulo. A dupla foi encaminhada à sede do Denarc, em São Paulo, e autuada em flagrante.
segunda-feira, 30 de novembro de 2009
São Paulo - Presa dupla com 766 quilos de maconha em Limeira-SP
Segundo a polícia, que chegou até o entorpecente depois de trabalho investigativo, Roberto já era procurado por tráfico no Estado do Paraná e iria distribuir a maconha na cidade de Suzano, na região leste da Grande São Paulo. A dupla foi encaminhada à sede do Denarc, em São Paulo, e autuada em flagrante.
Minas Gerais - PF desmonta esquema que fraudava atestados nas prisões de MG
SÃO PAULO - A Polícia Federal em Uberlândia, Minas Gerais, desencadeou nesta segunda-feira, 30, a Operação Filho Pródigo, com objetivo de desmantelar esquema criminoso no sistema penitenciário. A operação foi articulada com o serviço de inteligência do sistema prisional e pela Polícia Militar do Estado.
Os detentos, de acordo com a PF, usavam atestados médicos falsos para levar a erro autoridades judiciais e penitenciarias, simulando moléstias graves com objetivo de obter benefícios judiciais. A operação cumpre oito mandados de prisão e seis de busca e apreensão. Ainda não há informações sobre o número de presos.
As investigações constataram que atestados médicos emitidos por A.F.R.J. eram baseados em laudos de exames falsificados. Em outros casos apurou-se que atestados médico eram emitidos sem os devidos exames.
Entre os presos beneficiados por decisões judiciais baseadas nesses atestados, alguns foram identificados como sendo de alta periculosidade, incluindo-se diversos assaltantes e traficantes.
Fonte: Estadão
Autor: Solange Spigliatti
São Paulo - Corregedoria apura fraude em concurso para fotógrafo da Polícia Civil de SP
A Corregedoria da Polícia Civil de São Paulo apreendeu na sexta-feira (27) todos os documentos do concurso para fotógrafo técnico policial, que oferece 107 vagas. O salário é R$ 1.801,69 para o cargo, que exige ensino médio.
A suspeita é a de que tenha ocorrido fraude na fase oral - segunda fase do exame - feito pela Academia da Polícia Civil. O concurso, que recebeu mais de 17 mil inscrições, teve prova preambular, com testes de múltipla escolha, prova oral e exames psicotécnicos e físicos.
Candidatos que não teriam respondido a nenhuma das cinco perguntas feitas na prova de português teriam sido mesmo assim aprovados e outros foram barrados pela banca examinadora composta por peritos criminais. Os exames foram filmados.
Os corregedores foram à sede da Academia da Polícia Civil, na Cidade Universitária, no Butantã, na Zona Oeste de São Paulo, a pedido do próprio delegado Ailson José Vieira Pinto, diretor da academia, que recebeu a denúncia sobre a suposta fraude. Os aprovados já estavam cursando as aulas quando o caso foi descoberto.
Além de documentos com as provas e anotações dos examinadores, a corregedoria também apreendeu oito DVDs com as imagens das provas orais dos candidatos aprovados conforme lista publicada no dia 16 de julho de 2009 - os exames realizados entre 27 de abril e 8 de julho haviam sido gravados.
Os integrantes da Divisão de Operações Policiais (DOP) da corregedoria permaneceram durante quatro horas dentro da academia e voltaram por volta das 20h30 à sede da corregedoria, no Centro de São Paulo. O material foi lacrado e deve começar a ser analisado nesta segunda-feira (30) pelos corregedores, quando também deve ser aberto inquérito.
Os candidatos reprovados e aprovados devem ser chamados a depor. Além deles, a corregedoria deve ouvir também os integrantes da banca examinadora do concurso. Os DVDs com as imagens das provas orais serão enviados à perícia.
Fonte: G1, São Paulo
Minas Gerais - Polícia Civil entra em greve
A Polícia Civil de Minas Gerais está trabalhando em escala mínima, nesta segunda-feira, atendendo apenas os flagrantes e os casos de urgência. O motivo é a paralisação de 48 horas que a categoria faz para reivindicar melhores condições de trabalho e reajuste salarial.
Segundo o Sindicato dos Servidores da Polícia Civil de Minas Gerais (Sindipol/MG), se o governo do Estado não apresentar uma proposta atendendo as exigências, a categoria vai entrar em greve por tempo indeterminado a partir desta quarta-feira. A paralisação também atinge as unidades do Instituto Médico Legal (IML), que trabalham apenas com 30% da capacidade normal, o que vai causar atraso na liberação dos corpos.
O Governo de Minas Gerais ainda não se pronunciou sobre a paralisação. A Secretaria de Comunicação Social deve divulgar, ainda nesta segunda-feira, uma nota sobre o caso.
Na última quinta-feira, os policiais civis decidiram decretar greve e recusaram a proposta apresentada pela Secretaria de Estado de Planejamento e Gestão do governo (Seplag), pois contemplaria apenas uma parte da categoria.
Fonte: Globo Minas
URGENTE! Nossos policiais estão sofrendo
O PM aposentado Wanderley Ribeiro, de 60 anos, hoje presidente da Associação de Cabos e Soldados da Polícia Militar do Rio de Janeiro, faz parte de um dado sombrio das estatísticas que a pesquisa revela. Como ele, 20% dos agentes de segurança afirmam ter sido torturados durante o treinamento. Trata-se de um índice altíssimo – um em cada cinco. Segundo Ribeiro, em seu curso de formação ele foi levado a uma sala escura com outros recrutas. Os oficiais jogaram bombas de gás lacrimogêneo e trancaram a porta. Do lado de dentro, os recrutas gritavam desesperados implorando para sair. Muitos desmaiaram. “Quando eles abriram a porta, nós já saímos levando socos e chutes e sendo xingados”, afirma Ribeiro. “Tive de fazer tratamento médico porque fiquei com problemas respiratórios.” E qual é a razão desse tipo de “treinamento”? “Eles tratam o policial como um animal, dizem que o PM tem de ser um animal adestrado. Depois, soltam esse animal em cima da sociedade”, diz.
Além da tortura, os policiais são vítimas de assédio moral e humilhações. Em Manaus, um oficial que prefere não se identificar conta que foi impedido de sair do serviço no Dia das Mães. “Eu estava saindo e me perguntaram se eu tinha servido água no jarro do instrutor. Eu tinha esquecido”, diz. “Eles me fizeram passar o dia enchendo um bebedouro de 300 litros com uma tigela onde só cabiam 300 mililitros”, afirma o PM, que publicou num blog imagens de alunos fazendo flexões com a cara virada para um meio-fio imundo.
“A pesquisa demonstra que há um sofrimento psicológico muito intenso. Essa experiência de vida acaba deformando esses policiais, que tendem a despejar sobre o público essa violência”, diz o sociólogo Marcos Rolim, professor de direitos humanos do Centro Universitário Metodista e um dos autores do estudo. “Passamos os anos da ditadura encarando os policiais como repressores e defendemos os direitos humanos, mas nos esquecemos dos direitos humanos dos próprios policiais.”
O levantamento mostra também que casos como o da morte do coordenador do AfroReggae Evandro João da Silva não são fatos isolados, como frequentemente os comandantes procuram fazer crer. Evandro levou um tiro de um assaltante e morreu sem socorro. Um capitão e um sargento abordaram os bandidos e, em vez de prendê-los, ficaram com o tênis e a jaqueta de Evandro, roubados por eles. A corrupção é prática comum na corporação, e os oficiais como o capitão são até mais condescendentes com ela do que os praças. Entre os policiais de alta patente, 41,3% disseram que fingiriam não ter visto um colega recebendo propina. Já entre os praças, o porcentual cai para 21,6%. Chama a atenção o número dos superiores que ainda tentariam se beneficiar da propina: 5,1% dos delegados e 2,8% dos oficiais da PM disseram que pediriam sua parte também, em comparação a 3,7% dos policiais civis e 2,1% dos praças. Paradoxalmente, 78,4% dos policiais consideram “muito importante” combater a corrupção para melhorar a segurança no país.
São números que explicam por que a polícia é tão estigmatizada pela sociedade: 61,1% dos agentes dizem que já foram discriminados por causa de sua profissão. Tanta carga negativa faz com que policiais até escondam sua vida profissional. Tenente da PM do Rio, Melquisedec Nascimento diz que um namoro recente acabou porque os pais da moça não aceitavam que ela ficasse com um policial. “Você só pode dizer que é da polícia depois que a mulher está apaixonada. Se disser antes, ela corre. Todo mundo acha que o policial é um brucutu corrupto. Outro dia eu ia a uma festa e o amigo soletrou para mim o nome da rua: ‘Claude Monet’. Ele achou que só porque eu sou policial não saberia quem foi Monet”, diz ele.
domingo, 29 de novembro de 2009
Salários da PM no Brasil
Fonte: Época
Minas Gerais - Modelo inovador de presídio dá chave da porta a detento em Minas
O porteiro Waldenei Ramos, 29, destranca o cadeado, abre a porta e sorri ao recepcionar os visitantes. Quem vê a cena nem imagina que ele cumpre pena por roubo e dois anos atrás estava em um presídio de segurança máxima da região metropolitana de Minas Gerais.Clique Aqui e veja o vídeo onde Detento fala sobre a vida na Apac.
Fonte: UOL Notícias
PMERJ - Acusado de derrubar helicóptero da PM se esconde na Vila Cruzeiro, diz polícia
Fonte: G1
PM/SP - Polícia de SP faz hoje prova para soldado temporário
Fonte: G1
Rio de Janeiro - Vinte presos fogem da Polinter do Grajaú
Traficantes da Mangueira invadiram a Polinter do Grajaú, na manhã deste domingo, e fizeram o resgate de quatro presos. Segundo a polícia, outros 25 presos conseguiram fugir da carceragem, por volta das 8h. De acordo com o delegado Orlando Zaccone, quatro dos detentos que fugiram foram localizados em dois carros: um Astra e um Corolla. Foi apreendido ainda um alicate que teria sido utilizado pelos bandidos para facilitar a fuga. O caso está sendo registrado na 18ª DP (Praça da Bandeira).Fonte: Extra