segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

PRF - Polícia apreende munição em rodovia

Casal é detido com 1,6 mil munições de fuzil em Paraty (RJ)
Munição veio do Paraguai e seria entregue no Rio de Janeiro; casal receberia R$ 5 mil pelo transporte

SÃO PAULO - Um casal foi detido neste sábado, 6, na cidade de Paraty (RJ) transportando no interior de um Fiat Siena, de placas do Paraná, um total de 1,6 mil munições para fuzil AK-47 e FAL.
Policiais rodoviários federais pararam o Fiat no quilômetro 574 da Rodovia Rio-Santos (BR-101) ao desconfiarem do veículo. Um menino de 4 anos também estava no carro, como forma de despistar a polícia, mas o nervosismo do casal fez com que os policiais realizassem uma vistoria minuciosa no veículo.
Toda a munição e uma luneta Bushnell, utilizada por atiradores de elite em tiros de precisão, estavam envolvidos em meias de nylon e escondidos no painel frontal do carro. A munição, segundo o motorista, veio do Paraguai seria entregue no Rio.

O casal receberia R$ 5 mil pelo transporte e não revelou aos policiais o nome da pessoa que iria receber a encomenda nem mesmo o local onde ela mora. Os ocupantes do veículo foram detidos e encaminhados para a 167ª Delegacia, em Paraty.

Fonte: Estadão

Matador de aluguel teria cometido 40 crimes em SP, diz polícia

Detido, paulistano nega acusações. Ele cobraria de R$ 5 mil a R$ 30 mil por morte.

Reportagem exclusiva do programa Fantástico, da TV Globo, mostra a lista de clientes de um matador de aluguel. O paulistano Wellington de Carvalho Franco, 30 anos, é suspeito, segundo a polícia, de ter se envolvido em 40 assassinatos nos últimos quatro anos. Na lista de clientes de Wellington, empresários e comerciantes da capital paulista. Segundo a policia, o preço médio era R$ 5 mil. Em alguns casos, ele cobrava R$ 30 mil.
Para a polícia, seis assassinatos já estão esclarecidos. Segundo a investigação, uma das vítimas é o porteiro José Cleyton Rocha, assassinado em 2008. Wellington também teria matado o comerciante Roberto Sales, em junho do ano passado. O mandante do crime, segundo a policia, é Rodrigo Silva Santos, dono de uma casa de shows e de uma clínica de estética, na Zona Norte de São Paulo. Ele teve a prisão decretada e está foragido. Wellington nega todos os crimes.

Segundo a delegada Alexandra Comar de Agostini, que investiga o caso, o acusado usa sempre uma pistola calibre 380 e tem preferência por atirar na parte superior do corpo da vítima, do tórax para cima, principalmente no rosto.

Uma outra vítima é Fábio Muniz do Amaral, de 46 anos, corretor da Bolsa de Valores de São Paulo. As investigações indicam que a mulher de Fábio, Aparecida Bezerra da Silva, 30 anos, contratou o matador por R$ 30 mil. O crime aconteceu em fevereiro do ano passado. A mulher teria encomendado o crime para recebe o seguro de vida de R$ 120 mil.

O matador morava com a mulher e uma enteada na Zona Norte de São Paulo. No bairro, Wellington se apresentava, segundo testemunhas, como policial militar. Na casa dele foram encontrados um revólver e munição de diversos calibres.

Por medida de segurança, Wellington de aluguel está sozinho numa cela, isolado dos outros presos. Não há previsão de quando ele será julgado. Ele pode ser condenado a mais de cem anos de prisão.
Fonte: G1

Concursos com inscrições abertas somam 41 mil vagas

Há cargos para todos os níveis de escolaridade. Salários chegam a R$ 20.953,17 no TRF da 3ª Região e em três TRTs.

Pelo menos 63 concursos públicos em todo o país estão com inscrições abertas nesta segunda-feira (8) e totalizam 40.980 vagas para todos os níveis de escolaridade.

Além das vagas abertas, há concursos para formação de cadastro de reserva, ou seja, os aprovados são chamados conforme a abertura de vagas durante a validade do concurso.

Pelos menos seis órgãos abrem as inscrições nesta segunda, são eles: Correios, com 4.355 vagas no Programa Jovem Aprendiz; Superintendência de Seguros Privados (Susep), com 138 vagas; Marinha, com 2,2 mil vagas; Secretaria de Estado da Fazenda do Rio de Janeiro, com 100 vagas; Secretaria de Justiça, Direitos Humanos e Cidadania do Distrito Federal, com 869 vagas; Companhia de Gás da Bahia (Bahiagás), com 25 vagas.

Entre os concursos abertos, os que oferecem os maiores salários são os do Tribunal Regional Federal da 3ª Região (São Paulo e Mato Grosso do Sul), Tribunal Regional do Trabalho da 21ª Região (Rio Grande do Norte), Tribunal Regional do Trabalho da 6ª Região (Pernambuco) e o do Tribunal Regional do Trabalho (TRT) da 15º Região (Campinas), todos com remuneração de R$ 20.953,17.
Clique AQUI para ler os editais.
Fonte: G1

Rio de Janeiro - Operários são mortos por traficantes no Alemão

Três operários de uma pedreira morreram e outro ficou ferido após serem baleados por supostos traficantes no Complexo do Alemão, na zona norte do Rio de Janeiro.

De acordo com o comandante do batalhão da Polícia Militar da área, tenente-coronel Antônio Jorge, eles foram atingidos pelos tiros quando chegavam para trabalhar, no início da manhã de ontem. "Ainda não sabemos a motivação. Eles podem ter sido confundidos com traficantes rivais, já que estavam em pé, na caçamba da picape."

O operário que sobreviveu foi identificado como William Siqueira Guimarães, 33. Baleado no joelho direito, ele conseguiu fugir após rolar de uma ribanceira e pedir ajuda a moradores. Ele foi levado para o Hospital Estadual Getúlio Vargas e seu estado de saúde era estável. Assim que receber alta, ele deve prestar depoimento à polícia.

A Polícia Militar fez uma operação na tarde de ontem para retirar os corpos dos operários de dentro do Complexo. Segundo policiais, houve troca de tiros, mas ninguém ficou ferido.

A ação mobilizou 40 policiais que conseguiram, após oito horas, levar os corpos para o Instituto Médico Legal.

Os operários eram funcionários da empreiteira Lafarge, que explora uma pedreira dentro do Complexo do Alemão. Essa região do Rio tem obras orçadas em R$ 601 milhões incluídas no PAC (Programa de Aceleração do Crescimento), do governo federal.

A construção de um teleférico é a principal intervenção no local, que inclui também o alargamento e a pavimentação de 2,5 km de ruas, a construção de 3.000 moradias, além de equipamentos sociais e da instalação de redes de água e esgoto.

Formado por 13 favelas e com cerca de 105 mil moradores, o Complexo do Alemão é considerado uma das áreas mais violentas do Rio de Janeiro. Tem o mais baixo IDH (Índice de Desenvolvimento Humano) dos 126 bairros da capital: 0,711. O índice é igual ao da Indonésia, que ocupa a 108º posição no ranking mundial de desenvolvimento.

A região do Complexo do Alemão é considerada pela polícia carioca como o mais importante esconderijo de lideranças do Comando Vermelho, principal facção criminosa do Rio. Com a pacificação de favelas da zona sul, os policiais acreditam que muitos traficantes se refugiam nas vielas do Alemão. A quadrilha local tem 60 fuzis, segundo cálculos da polícia.
Fonte: Agora UOL

Em junho de 2007, 1.250 policiais fizeram uma operação no Alemão que resultou na morte de 19 supostos criminosos.

domingo, 7 de fevereiro de 2010

Rio de Janeiro - Burocracia põe em risco operações policiais aéreas

Ministério da Defesa analisa há dois meses pedido de Cabral para autorizar armas restritas em helicópteros da polícia.

Ana Claudia Costa

Metralhadoras Minimi, com capacidade para efetuar 200 disparos em apenas 15 segundos, óculos de visão noturna e outros equipamentos, todos específicos para operações policiais com helicóptero e previstos nos planos da Secretaria de Segurança desde os Jogos Pan-Americanos de 2006, ficaram apenas na promessa. Um ofício do governador Sérgio Cabral enviado ao Ministério da Defesa, em novembro do ano passado, pedindo para que seja alterada a portaria número 23 do Exército — que permite apenas às Forças Armadas e à Polícia Federal o uso de determinados armamentos — ainda está sem resposta. Segundo o ministério, a solicitação está em análise.

O pedido de empréstimo de armas similares feito em outubro passado pelo secretário de Segurança, José Mariano Beltrame, ao comando do Terceiro Comando Aéreo Regional (Comar), da Aeronáutica, também não teve retorno. Ambas reivindicações foram feitas dias após a queda do helicóptero da Polícia Militar, abatido por tiros em outubro durante um confronto com traficantes no Morros dos Macacos, em Vila Isabel. A Secretaria de Segurança também aguarda a chegada de dois helicópteros da FAB que não estão sendo mais usados. As aeronaves AF-55 seriam adaptadas para o trabalho das polícias Civil e Militar.

“Temos que trabalhar com precisão”, diz policial Policiais civis do Serviço Aéreo Policial (Saer), que enfrentam as armas de guerra do tráfico durante as operações, defendem o uso de alguns armamentos hoje restritos às forças federais. O piloto da Polícia Civil Adonis Lopes argumenta que a metralhadora Minimi (calibre .223), por exemplo, tem maior precisão e ajudaria a proteger os policiais que estão em operação em terra: — Não estamos aqui para executar ninguém. Temos que trabalhar com precisão até mesmo para nossa defesa. Vivemos uma situação de guerra, e as armas que possuímos não são específicas para operações policiais aéreas.



Segundo o piloto, as equipes da Polícia Civil usam hoje apenas fuzis calibres 7,62 e 5,56.

Mesmo em helicóptero blindado, alerta Adonis Lopes, os agentes ficam vulneráveis ao ataque dos traficantes que já dispõem de armas calibres .30 e .50, capazes de derrubar aeronaves e perfurar blindagens.



Para o subchefe operacional da Polícia Civil, delegado Carlos Oliveira, esse armamento restrito é essencial para os policiais, uma vez que os traficantes estão cada vez mais bem armados. Ele acredita que os pedidos do governo do estado serão atendidos.

— Existe uma legislação que precisa ser mudada e isso é uma questão entre governos estadual e federal — disse o delegado.

Há menos de dez dias, durante uma operação policial em Manguinhos, um helicóptero da Polícia Civil foi atingido por tiros na parte blindada e no esqui.

Há dois anos, traficantes do Morro da Mineira, no Catumbi, conseguiram alvejar o helicóptero e Adonis Lopes e seu copiloto foram feridos por estilhaços.

Outro caso aconteceu em novembro de 2007 durante uma operação nos morros do Alemão e do Adeus, em Ramos. O policial Eduardo Henrique de Matos, de 35 anos, que estava no helicóptero, foi morto com tiro de fuzil na cabeça disparado por um traficante.
Fonte: O Globo

Segurança Pública - Um recorte da realidade nacional

Especialistas culpam a falta de integração das polícias

SÃO PAULO. O novo retrato da violência no estado de São Paulo é um recorte da realidade nacional, avaliam especialistas consultados pelo GLOBO. Segundo eles, a violência deixou de ser metropolitana para se tornar urbana. A causa principal dessa interiorização é a gestão pública, principalmente dos estados, que não integram suas polícias Civil e Militar. Além disso, as metrópoles receberam mais investimentos públicos e da própria sociedade civil, que se organizou primeiro contra a violência, avaliam.

Para o consultor José Vicente da Silva Filho, ex-secretário nacional de Segurança Pública e ex-coordenador de planejamento das polícias do governo paulista, o modo de operação das polícias brasileiras é limitado pela falta de interação entre as forças estaduais. Ele frisa que, em geral, 20% dos criminosos são responsáveis por 80% dos crimes nas cidades, e 10% das regiões concentram 90% da incidência dos crimes.

- A regra básica é: houve aumento de algum tipo de crime, ele é identificado, repassado para a PM policiar a região e para a Civil ir atrás dos grupos de ação criminosa. Mas isso não acontece. Os governadores não cobram relatórios nem quinzenalmente, não há uma cultura do desempenho - diz.

Segundo Vicente, o governo de Pernambuco conseguiu melhorar a interação das polícias e reduzir a criminalidade:

- Em Pernambuco está sendo implementada uma cultura. O governador (Eduardo Campos) faz reuniões regulares e pede resultado, por regiões. Já na Bahia, houve uma crise grande entre as polícias em 2002 e, até hoje, os policiais continuam desmotivados e separados, enquanto a violência só aumenta. São Paulo tem todo o instrumental e já teve mais integração e gestão, mas a situação tem piorado.

O diretor-executivo do Instituto Sou da Paz, Denis Mizne, avalia que há três elementos importantes: falta de gestão policial, urbanização desordenada no interior e ausência do estado nas periferias. Ele frisa que no Brasil as cidades médias que passaram por urbanizações desenfreadas recentemente se tornam mais violentas e não têm conseguido gerir a segurança pública.

No caso de São Paulo, segundo ele, a metrópole tem reduzido o número de homicídios há dez anos porque foram feitos investimentos na área, pelo governo e por ONGs.

O secretário-geral do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, Renato Sérgio de Lima, também avalia que violência e criminalidade caminham juntas com o crescimento urbano no país:

- Há um conjunto de fatores: falta integração entre as polícias, integração da área de segurança com outros setores, como saúde e educação, e eficiência democrática.

(Soraya Aggege)
Fonte: O Globo

PEC 300: Estratégia para os dias 9 e 10 fev

Foto: Marcello Casal Jr./Abr

Companheiros, na próxima semana, manteremos a nossa vigilância na galeria do plenário, no Salão verde e na sala da Presidência.

Sairemos de nossos estados novamente, mas de forma concentrada e de modo a não perdermos o foco. A pressão agora é no plenário e no salão verde, que dá acesso aos parlamentares.

De todos os estados sairão Vans com nossos bombeiros e policiais. Por estado, pelo menos 10 militares estaduais deverão estar com as suas fardas e pelo meno cinco deverão levar terno e gravata.
Por qual motivo?

Os companheiros fardados ocuparão a galeria do Plenário da Câmara, resultando algo em torno de 300 a 350 ocupantes. Dessa forma, grande parte dos estados terão sua representatividade exposta por, pelo menos, 10 bombeiros ou policiais de forma ostensiva, com as suas fardas e sua respectiva bandeira.

Os que se dispuserem a levar terno, estes ocuparão o salão verde da Câmara. Por estarem com a vestimenta adequada, não seriam barrados em lugar nenhum. Ficariam monitorando as duas principais entradas para o Plenário, sensibilizando os deputados de seus estados, além de poderem acompanhar o desenrolar da sessão nos dois telões da Câmara. Teríamos assim, no salão verde, pelo menos 100 companheiros. Um detalhe: toda a imprensa nacional fica no salão verde. Ou seja, a cada entrevista dada por um parlamentar, sempre terá alguém nosso atrás, mostrando para o Brasil a nossa luta pela votação e aprovação da PEC 300.

Concomitantemente, um representante de cada delegação, juntamente com os parlamentares em defesa da frente parlamentar em defesa dos PM e BM, irá participar das reuniões com o Presidente Deputado Michel Temer, onde eles estarão demonstrando que eles é que representam os mais de 700 mil bombeiros e policiais do Brasil, para se evitar que os aventureiros de plantão, tentem conseguir audiência com Michel, se dizendo passar por representante da categoria.

Concentrando as nossas energias nesses locais, faremos a nossa parte, sensibilizando os nossos parlamentares, mostrando para o Brasil que não nos recolhemos, aguardando que se coloque na pauta e, dessa forma, conseguiremos fazer com que a nossa PEC 300 seja votada e aprovada.

Estados que já confirmaram a ida:
Nessa tarde entrei em contato com representantes dos estados de Minas Gerais, São Paulo, Bahia, Paraná, Rio de Janeiro, Espírito Santo, Piauí e Paraíba já confirmaram presença.
Agora, continuaremos os contatos com os demais estados.

Importante acrescentar que alguns estados virão em número maior, de ônibus, a exemplo do Estado do Rio de Janeiro, ou em mais de uma Van e veículos menores, além dos companheiros de Goiás e das cidades de Minas Gerais que estão mais próximas e que sempre se fazem presentes.

Mato Grosso do Sul, conforme o nosso Companheiro Giovani, no instante em que tiver sessão na Câmara Federal, fará uma grande concentração de bombeiros e policiais, assistindo a tudo por telão, cuminando depois com uma caminhada pela capital. Temos que seguir esse exemplo em todo o Brasil.

Qualquer eventualidade, favor entrar em contato pelo telefone 61 99994219 ou e-mail assumcao@gmail.com, como foi feito da primeira vez.

Estaremos recebendo nossos companheiros a partir de 09 horas de terça, para traçarmos os detalhes dos dois dias, no Anexo III, gabinete 280.

Até a vitória, companheiros!


Fonte: Blog do Cap Assunção

Polícia Civil suspeita de escuta ilegal na Câmara Legislativa

Denúncia de grampo ilegal na Câmara Legislativa. Policiais civis de Goiás teriam sido presos enquanto faziam escuta nos gabinetes de deputados da oposição. Distritais cobram uma resposta da polícia.
Na manhã da quinta-feira, dia 4, antes de chegar à Câmara Legislativa pra trabalhar, a deputada Érika Kokay (PT) ficou sabendo da história. “O que nos chegou é que houve a prisão de pessoas, de fora do Distrito Federal, que estavam em um carro não identificado, fazendo uma gravação ilegal. E este carro estava em frente ao meu gabinete, da deputada Jaqueline Roriz e da liderança do PT”, conta a deputada Érika Kokay (PT).

Os dois homens presos seriam da Polícia Civil de Goiás. A deputada Jaqueline Roriz quer explicações. “Acredito que a gente tem que estar atento, as autoridades têm que estar atenta, o Ministério Público precisa ficar atento. E nós vamos aguardar mais esclarecimento”, afirma a deputada Jaqueline Roriz (PMN).

O ex-chefe da Polícia Civil, Cléber Monteiro, que pediu exoneração do cargo esta semana, confirmou toda a história por telefone. Segundo ele, os dois homens foram presos em frente da CLDF na última quarta-feira, dia 3, e levados para a Divisão Especial de Repressão ao Crime Organizado, onde prestaram depoimento e foram liberados em seguida.

Já o delegado-adjunto da Deco, Giancarlos Zulani, disse que não tinha autorização pra falar sobre o assunto. Mas o delegado chefe, Guilherme Nogueira, afirmou que ninguém foi preso e que não tem informações de que isso aconteceu.

O líder do PT na Câmara Legislativa preparou um requerimento para a Secretaria de Segurança Pública que vai ser entregue na segunda-feira, dia 8. “A Polícia Civil está deixando passar para nós, os parlamentares, a impressão de que ela poderia estar encobrindo um crime. É fundamental que a Polícia Civil venha a público esclarecer todo este episódio, até para que isso não continue a acontecer na nossa cidade”, enfatiza o deputado Paulo Tadeu, líder do PT.

Oficialmente, a Polícia Civil nega que tenha havido prisão de policiais de Goiás.
Fonte: DFTV 2ª Edição

Rafael Mônaco / André Lima

Polícia erra e quatro inocentes passam mais de um ano presos no interior de SP

Quarteto era acusado de matar filho de comerciante em Mirassolândia. Segundo polícia, caso foi esclarecido com prisão de assaltante em 2009.


Com a apresentação de três acusados de cometer um latrocínio em 2008, a Polícia Civil de São José do Rio Preto, a 438 km de São Paulo, revelou na sexta-feira (5) que erros de investigação levaram à prisão quatro inocentes, que ficaram 13 meses atrás das grades acusados pela autoria do mesmo latrocínio.

Os quatro, moradores em Tanabi, a 477 km da capital paulista, foram denunciados pelo Ministério Público e absolvidos pela Justiça em primeira instância. Mas dois deles afirmaram ter sido espancados e torturados para confessar o crime. As denúncias estão sendo apuradas em processo administrativo pela Corregedoria da Polícia Civil.

O latrocínio aconteceu em 27 de maio de 2008, na zona rural de Mirassolândia, cidade vizinha a Rio Preto e que fica a 466 km de São Paulo. Um comerciante de 53 anos voltava para casa com o dinheiro arrecadado no supermercado da família quando foi surpreendido pelos ladrões. Ele e o filho, de 28 anos, foram espancados e baleados. O rapaz morreu. Semanas depois, a polícia prendeu os quatro inocentes como autores do crime. Os advogados de dois deles afirmam que vão ajuizar ações de reparação de danos morais contra o Estado.

O caso foi esclarecido pela polícia depois que um dos verdadeiros assaltantes foi preso, em novembro de 2009, com um dos celulares levados no assalto. Segundo o delegado José Augusto Fernandes, da Delegacia de Investigações Gerais (DIG) de São José do Rio Preto, que comandou as investigações, o criminoso apontou uma ex-funcionária do supermercado, que confessou ter encomendado o assalto a quatro homens de Araraquara, onde ela morava. A ex-funcionária e dois comparsas estão presos e outros dois, foragidos.
Fonte: G1

PMESP - Polícia encontra recém-nascido sequestrado

A Polícia Militar encontrou, na noite deste sábado (6), um bebê de aproximadamente dois meses que foi sequestrado na última quarta-feira (3). O casal que estava com a criança foi detido.

De acordo com a polícia, os pais, que moram em Taboão da Serra (Grande São Paulo), foram procurados na quarta-feira por uma mulher que queria alugar uma casa e como eles têm um imóvel desocupado a receberam.

Segundo os pais contaram à polícia, a mulher teria misturado sonífero na cerveja servida a eles e levado a criança. Quando acordaram o bebê havia desaparecido.

A polícia fez o retrato falado da mulher e foram distribuídos cartazes com a foto do bebê.

Neste sábado, o pai da criança disse ter recebido um telefonema informando que na Rua Agostinho de Paiva nº583, no Jardim Macedônia, em São Paulo, um casal teria aparecido com um bebê sem explicar de quem era a criança.

As vítimas procuraram os policiais, que foram até a casa. Em conversa com o casal perguntaram se eles tinham filho e, após a resposta afirmativa, pediram que trouxessem a criança. Os policiais chamaram a mãe, que estava próxima da casa, que reconheceu o filho.

Todos os envolvidos foram conduzidos ao 47º Distrito Policial, onde a denúncia feita pelos pais está sendo a está sendo investigada. O casal preso em flagrante será interrogado.
Fonte: BOL Notícias