Polícia confirma dez mortos em operação na Zona Oeste
De acordo com o chefe da polícia civil, operação foi feita para coibir tráfico de drogas. Segundo Hospital Albert Schweitzer, para onde as vítimas foram levadas, seriam 11 vítimas.
A ação foi realizada pelas delegacias de Combate às Drogas (DCOD), de Repressão a Armas e Explosivos (DRAE) e de Homicídios da Baixada Fluminense (DH-Baixada), com apoio da Coordenadoria de Recursos Especiais (Core). Segundo o Hospital Albert Schweitzer, para onde as vítimas foram levadas, seria 11 o número de mortos.
Tráfico de drogas
O chefe da polícia civil, Gilberto Ribeiro, afirmou a operação foi feita para coibir o tráfico de drogas no local. Um outro objetivo da ação, segundo a policia, era encontrar Márcio da Silva Lima, conhecido como Tola, um dos principais integrantes do tráfico de drogas na região.
“Foi uma operação planejada. É da característica daqueles criminosos reagir e nós temos o dever de combater. Vamos cumprir nossa função”, disse o secretário de Segurança Pública, José Mariano Beltrame.
O delegado da Core, Rodrigo Oliveira, contou que a ação começou na favela Vila Aliança e depois os policiais se deslocaram para favela da Coréia.
O traficante Tola conseguiu fugir. "Quando aparecemos na Avenida Brasil, todos sabem que estamos indo para essas favelas, da tempo para eles fugirem," disse Oliveira. De acordo com o delegado dois helicópteros foram usados na ação que contou com cerca de 150 homens.
Em uma localidade da favela foi encontrada uma caixa de morteiros, usados para avisar a chegada da polícia. Foram apreendidos também três fuzis, um deles de uso do Exército, cinco pistolas, três revólveres, oito rádio transmissores, uma granada, três metralhadoras, grande quantidade de maconha e cocaína e oito galões de cheirinho da loló.
A última operação realizada pela polícia no local deixou doze pessoas mortas. Entre os mortos estava uma criança de 4 anos. Pelo menos 300 policiais participam da ação.






