quinta-feira, 14 de julho de 2011

O concurso da PM/MG, oferece 308 vagas de nível médio e superior, com remuneração de até R$ 1.320,00

A Secretária de Estado de Planejamento e Gestão – SEPLAG a Polícia Militar do Estado de Minas Gerais – PMMG e a Fundação Carlos Chagas – FCC, publicou edital de inscrição para a realização de concurso público. O concurso da PM/MG oferece 308 vagas de nível médio e superior. A remuneração é de até R$ 1.320,00. Serão reservados 10% das vagas a candidatos portadores de deficiencia. Candidatos com ensino médio podem se inscrever no cargo de Assistente Administrativo da Polícia Militar. Quem tem o ensino superior as chances são para Professor de Educação Básica e Especialista em Educação Básica.

Inscrições
As inscrições serão realizadas exclusivamente pela Internet, no endereço eletrônico da FCC, no período de 10 horas do dia 20 de setembro, às 14 horas do dia 19 de outubro de 2011, observado o horário de Brasília.

A taxa de inscrição é de:
R$ 37,41, nível médio
R$ 47,41, nível superior.

Provas
A aplicação da Prova Objetiva está prevista para o dia 08 de janeiro de 2012, com duração de 4 horas e será realizada no Estado de Minas Gerais, nas cidades sedes das Unidades do Colégio Tiradentes da Polícia Militar de Minas Gerais. Ao candidato só será permitida a realização da prova na respectiva data, no local e no horário definidos no Cartão Informativo disponibilizado no endereço Eletrônico da FCC, ou em eventual Ato Complementar a este Edital, publicado no Órgão Oficial dos Poderes do Estado – Minas Gerais.

Validade 
A validade do concurso da PM/MG é de 02 anos, a contar da data da publicação de sua homologação, podendo ser prorrogado por igual período, a critério da Administração Pública.

Fonte: Concursos no Brasil
Imagem: VirtualLost

quarta-feira, 13 de julho de 2011

SINDPOL/MG na onda do Wikileaks III - PMMG na usurpação de função da Polícia Civil

Mais uma vez o SINDPOL/MG vem a publico denunciar fato grave, antijurídico, inconveniente, inoportuno e ilegal, que caracteriza usurpação de função praticada por componentes da PMMG em detrimento das atribuições investigativas da Polícia Civil

Esses fatos que já estão passando a ser corriqueiros não podem mais prosperar. A exigência de um MARCO REGULATÓRIO proibitivo de tais distorções deve ser implementado urgentemente pelo Governo do Estado, assim como fora feito pelo Governo do Estado de São Paulo, Mato Grosso e Goiás, pois além da segurança jurídica ser vulnerabilizada, também avilta com essa medida ilegal praticada pela PMMG, direitos e garantias fundamentais, inalienáveis do cidadão “ninguém poderá ser processado, salvo pela a autoridade competente”, “ninguém será obrigado a fazer, ou deixar de fazer algo, salvo por virtude de lei”. Este é o principio da reserva legal, logo, não há na Constituição Federal, Estadual, no Código Penal e no Código de Processo Penal qualquer dispositivo que autorize a Polícia Militar realizar investigações, salvo aquelas afeitas ao cunho de disciplinar envolvendo seus pares. As investigações criminais, em geral, competem às Polícias Judiciárias federal e Estaduais.

O SINDPOL/MG continuará denunciando e requerendo providencias às autoridades competentes enquanto continuarem estas excrescências jurídicas.

Veja alguns exemplos dessas ilegalidades praticadas e desenvolvidas pelos chamados “serviço veleado e serviço de inteligência” da PMMG.



Eu sou totalmente a favor da P2 da Polícia Militar de Minas Gerais

Fonte: SindpolMG

terça-feira, 12 de julho de 2011

Solenidade comemora aniversário do 17º Batalhão da PM


O 17º Batalhão de Polícia Militar (17º BPM) realizou, na manhã desta terça-feira (12), uma solenidade para comemorar os 29 anos de instalação em Uberlândia. A unidade prestou homenagem a militares, amigos e personalidades que se destacaram no último ano.

A data oficial do aniversário do batalhão foi dia 9 de julho, mas segundo a assessoria de comunicação, a solenidade aconteceu hoje devido ao luto oficial decretado na última semana por causa do falecimento do senador Itamar Franco.
Fonte: PMMG

17º Batalhão da Polícia Militar comemora 29 anos


O 17º Batalhão de Polícia Militar (17º BPM), localizado no bairro Santa Mônica, zona leste de Uberlândia, comemorou nesta segunda-feira (12) 29 anos da instalação na cidade. Pela manhã, uma solenidade foi realizada para homenagear nove civis, que colaboraram durante o ano com a unidade, e também policiais militares.

Nascida em 1982, o batalhão sucedeu a 3ª companhia, único destacamento militar da cidade até a data, e que era subordinado ao 4º Batalhão de Uberaba. Na época, além de ser responsável por Uberlândia, ainda atendia 18 municípios da região.

“O 17º começou com, no máximo, 300 homens e pouca estrutura. Cheguei a andar em viaturas que eram Fuscas”, disse o sargento Alberto Galo. Ele, que também foi homenageado, é o único militar ainda na ativa lotado no batalhão desde sua criação.

Hoje, o 17º BPM conta, no efetivo, com cerca de 750 homens que são responsáveis pelo policiamento somente dos bairros localizados nas zonas leste e sul da cidade.

O tenente-coronel Hércules dos Reis, que está há dois anos e meio no comando do batalhão, disse que ainda há o que se fazer para reprimir a criminalidade na cidade, que apresenta um crescimento vertiginoso.

Para isso, segundo ele, o envolvimento com a sociedade e os investimentos em equipamentos são as prioridades. Tanto que, de novidade, há 25 viaturas novas (Palios) estacionadas no pátio do batalhão. “Estão no processo de regularização das documentações. Dentro de um mês, devemos estreá-las”, disse o comandante.

Veja a entrevista com o tenente-coronel Hércules dos Reis:


Guerra do Paraguai

O surgimento do 17º Batalhão de Polícia Militar (17º BPM) é fundamentado no 17º Batalhão de Voluntários da Pátria, que participou da Guerra do Paraguai (1864-1870). Integrado à chamada “Coluna Camisão”, liderado pelo coronel Carlos de Morais Camisão, o destacamento se dirigiu até o estado do Mato Grosso (MT) para impedir a invasão de forças paraguaias. Depois, participou do episódio de fuga conhecido como “Retirada de Laguna”.

Fonte: JC

segunda-feira, 11 de julho de 2011

A polícia da internet quer menos burocracia


O Brasil tem hoje apenas 11 delegacias especializadas em crimes eletrônicos. O Estadão fez um especial interessante sobre crimes virtuais, e visitou a 4ª Delegacia de Meios Eletrônicos em São Paulo. A delegacia fica “nos fundos de um corredor no segundo andar do prédio do Departamento de Investigações sobre Crime Organizado”, o Deic. Mas o problema não é pouco espaço, nem falta de recursos: segundo o investigador Álvaro Ribeiro, “a maior dificuldade é a burocracia”. Por um lado, não queremos nossa privacidade sendo violada na internet. Por outro, crimes virtuais exigem resposta rápida. 

O que fazer?
Hoje, se a polícia quiser dados confidenciais de um suspeito na web, precisa necessariamente de ordem judicial. Se a vítima achar que a polícia vai demorar demais em resolver o crime – o que, com a velocidade da web, pode significar não resolver – dá pra contar com detetives particulares. Detetives digitais usam técnicas como rastreamento de IP e quebra de senhas para descobrir o autor de um crime. Só que eles eles também dependem de autorização judicial. O grande problema, segundo a polícia, é o Código Penal Brasileiro: ele é defasado e sequer faz menção a crimes virtuais. Do Estadão:

Todo o trabalho é feito baseado no Código Penal, da década de 1940. A polícia reclama do vazio legislativo e pede que a lei aumente o poder dos delegados. “De repente está todo mundo doido para pegar um pedófilo, mas aí tem que encaminhar um ofício e demoramos três meses para chegar nele”, diz Antonio Lambert, o titular da 4ª Delegacia de Meios Eletrônicos.

Já existe um projeto para incluir 12 crimes eletrônicos no Código Penal: é a polêmica Lei Azeredo. Como o projeto de lei exige que provedores monitorem os usuários, ela fere a privacidade na internet e já foi chamada de AI-5 digital. Existe uma nova proposta que apenas torna crime o “acesso indevido a sistemas informatizados”, sem mencionar crimes comuns na web, como pedofilia. Segundo o advogado José Antonio Milagre, o Código Penal já cobre a maioria dos crimes cometidos na internet.

A polícia da internet quer menos burocracia, mas nós queremos manter nossa privacidade. E aparentemente não há nem proposta oficial de um meio-termo entre os dois. O que fazer? 

Fonte: Gizmodo
Imagem: BP

Jogos Militares - SD feminina de Uberlândia integra comissão organizadora

Sd Mariana na competição brasileira de
Corrida Orientada

Cinco anos na Polícia Militar, fluente em quatro idiomas, campeã brasileira de Corrida de Orientação, em 2009, e 3º lugar no toneiro sulamericano da modalidade. Este é um pouco do currículo da Soldado Mariana, lotada no 17º Batalhão (Uberlândia), que participa da equipe organizadora da 5ª edição dos Jogos Mundiais Militares.

A competição, que acontece entre os dias 17 e 24 de julho, no Rio de Janeiro, e primeira no Brasil, conta com a presença da policial, a única militar da PMMG a integrar a comissão que organiza o evento. A soldado, de 31 anos, foi convocada pelo Ministério da Defesa e é atleta da modalidade.

Os jogos são realizados sempre no ano que antecede às Olimpíadas mundiais e conta com delegações de vários países. A Sd Mariana, que fala inglês, francês, espanhol e italiano, vai atuar como interprete de competidores da corrida orientada, que segundo a policial é uma "corrida de aventura", já que, o esporte acontece em áreas rurais.

Responsabilidade

Indicada pelo Capitão Machado, oficial da Reserva do Exército, a Sd Mariana explica que sentiu o peso da responsabilidade de representar a PM na organização, mas confessa que ficou lisonjeada com a oportunidade de conviver e aprender com militares de outros países.

"Sei da grande importância que os jogos militares representam e fico muito feliz de estar na comissão organizadora. Para mim, o mais importante é o intercâmbio com os outros atletas. Quero saber do cotidiano de cada militar que convive com diferentes realidades em diversos locais. Acredito que vai ser enriquecedor para minha carreira na PM.", explica a militar que trabalha no serviço operacional da 158ª Companhia do 17º BPM.

Fonte: PMMG

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PCMG é melhor avaliada do que a PMMG...

... na pesquisa Índice de Qualidade de Vida Relativo a Defesa Social - 2010

Depois de uma leitura interessante, sobre a Pesquisa Índice de Qualidade de Vida Relativo a Defesa Social - 2010, feita pela Fundação Guimarães Rosa, lançado no começo de junho deste ano pela SEDS-MG, deu-me uma impressão que a Polícia Civil do Estado de Minas Gerais está no caminho certo.

A citada pesquisa foi realizada em todo estado de Minas, e para tal foi usada como parâmetro a população das dezoito Regiões Integradas de Segurança Pública. Fizeram um excelente “monitoramento e avaliação do efeito das ações governamentais a partir da análise da percepção e opinião dos cidadãos mineiros” (pg. 11).

Vamos então as análises:

1 - Região de Minas Gerais com melhor Índice de Qualidade de Vida Relativo a Defesa Social

Vê-se no quadro abaixo que o interior ainda é o lugar que se tem melhor qualidade de vida em relação à defesa social. E essa percepção da população não surgiu por acaso. Vários fatores influenciaram para que a sociedade mineira mudasse sua opinião sobre os órgãos de segurança pública.

É fato que a confiabilidade nas Polícias, na década de noventa e início deste século era limitada. Tinha se uma polícia que violava direitos humanos e não dava a população acesso a seus bastidores, se definindo como “bicho-papão” da sociedade, não a tendo como parceira. Já hoje, as polícias mudaram o foco e trouxe a população para seu lado e vem tentando de todas as maneiras em implantar a paz social, com uma busca incessante na redução da criminalidade. Na Policia Civil a “oxigenação” de seus quadros de pessoal, uma melhor qualificação e um desejo institucional forçou essa mudança de paradigma. Assim, vem mostrando uma policia civil mais cidadã.

Veja o quadro abaixo quais são as cidades com melhor índice de qualidade em defesa social:


2 - Confiança da população nas instituições de Defesa Social

Ainda estou por perguntar por quais motivos ainda estes dados estatísticos não foram dissecados e divulgados na grande imprensa, dando ênfase ao bom trabalho mostrado por esta secular instituição, denominada Polícia Civil do Estado de Minas Gerais. Deu-se muito destaque a avaliação do Corpo de Bombeiros, instituição de maior aceitabilidade da população, pois este tem serviços mais voltados à defesa civil do que de segurança pública propriamente dita.

O que muitos e até mesmo os policiais civis não acreditavam se mostra latente neste documento. A Polícia Civil mostra que não está muito aquém a sua co-irma, “menininha dos olhos” do Governo. Alias, mostra-se que a PCMG está melhorando a sua imagem ante a população que a avaliou como mais eficaz que a poderosa PMMG.

“A avaliação da PM pelos entrevistados é muito próxima da PC. Metade dos entrevistados considera que a Polícia Militar (50,1%) e a Polícia Civil (52,7%) realizam seu trabalho de forma eficaz.” (pg.60)

É importante salientar que resistência dos entrevistados com a Polícia Civil não passa de 20%.

Aqui se vê que não se pode usar o parâmetro Bombeiros, que pela função exercida por eles, não está intimamente ligada ao enfrentamento com a criminalidade, que faz da PCMG e PMMG ser minorada pela preferência popular.

“Quando se analisa... a confiança e tranquilidade que a PM, a PC e o CB transmitem às pessoas, observa-se uma credibilidade muito maior por parte do CB do que a PM e a PC. Entretanto, é importante enfatizar a diferença na natureza das atividades (ações) desenvolvidas por cada corporação, ou seja, em geral, a Polícia lida com situações de risco eminente, e o Corpo de Bombeiros com atividades de salvamento.” pág. 65 e 66.

Em relação à questão ética/moral vê-se que a população ainda rotula o policial como corrupto.

“Apesar de metade dos entrevistados acharem o trabalho da polícia eficaz, apenas 40,2% dos entrevistados consideraram os policiais militares honestos, assim como 39,6% que avaliaram os policiais civis da mesma forma. Muniz (1999) afirma que a mídia contribui para essa percepção negativa dos policiais. “As frequentes notícias de brutalidade, corrupção e arbítrio envolvendo os agentes da lei invadem o nosso dia a dia e parecem servir para confirmar, no plano da subjetividade coletiva, um tipo de suspeita estrutural” (p.256).” pg 63.

Já nesse trecho, podemos notar metade dos entrevistados ainda temem as polícias e esse seria um novo viés que a PCMG deverá trabalhar. O objetivo, portanto é reduzir essa resistência com novas estratégias, como o tratamento dos cidadãos com urbanidade, ter melhores instalações para o devido atendimento dentre outras.

“Cerca de 50% dos entrevistados disseram que concordam com o enunciado “A Polícia Militar de minha cidade demonstra respeito pelos cidadãos”, 50,5% disseram o mesmo da Polícia Civil”. pág. 64

“Já a avaliação do Corpo de Bombeiros é bem mais positiva que a da PM e da PC: 84,2% dos entrevistados acham que o CB realiza seu trabalho de forma eficaz, 79,2% acham os bombeiros honestos e 85,3% concordam que eles demonstram respeito pelos cidadãos.” Pág. 64.

3 - Conclusão

“De maneira geral, houve aumento na qualidade de vida relativa à defesa social entre 2009 e 2010. Entretanto, o IQVDS continua a ter uma avaliação mediana. A confiança na Corporação permaneceu praticamente inalterada neste período, em compensação, a confiança no governo diminuiu e a proporção da população sem opinião formada sobre a eficácia das políticas de segurança pública aumentou. Por isso, volta-se a destacar a importância do Estado divulgar suas ações, pois tornar explícito o que se está fazendo pode ter um grande impacto na percepção da população que, nem sempre, tem acesso aos dados objetivos sobre a segurança pública.” Pag. 154.

Devemos, portanto, nos curvar e agradecer por termos uma Policia Civil que ainda expressa confiança em boa parte da população mineira, mesmo trabalhando em pocilgas, com pouco efetivo e salários de fome.

Fonte: Notícias da PC