quinta-feira, 15 de novembro de 2007

PM PRENDE TRÊS ACUSADOS DE SEQUESTRO EM SÃO PAULO

PAULO R. ZULINO - Agencia Estado

SÃO PAULO - A Polícia Militar de São Paulo prendeu três acusados de seqüestro que mantinham um motorista em cárcere privado desde ontem, na zona sul da cidade. De acordo com o Centro de Operações da PM (Copom), a prisão aconteceu na madrugada de hoje, por volta das 2h, nas proximidades da favela Paraisópolis, a segunda maior da capital paulista. As primeiras informações dão conta de que a vítima teria sido seqüestrada ontem pela manhã, no Jardim Monte Kemel, e levada para a região da favela. Em circunstâncias ainda não divulgadas, a vítima conseguiu escapar do cativeiro e chamou a Polícia Militar. Com base nos dados passados pelo motorista, os soldados acabaram encontrando e prendendo os três acusados. Com eles, foi apreendida uma arma.

segunda-feira, 12 de novembro de 2007

Teste físico será obstáculo para mulher entrar no Bope


Concurso feminino ainda precisa ser aprovado pelo Estado-Maior da PM. Além de prova física, candidatas farão testes psicológico e de habilidade específica.

O maior obstáculo que as mulheres terão para ingressar no Batalhão de Operações Especiais da PM (Bope) será o teste físico. Mais do que passar nas provas de habilidade específica e psicológica, elas terão de mostrar um condicionamento físico excepcional e estarem aptas para o combate. Segundo o comandante do Bope, o tenente-coronel Pinheiro Neto, os professores de Educação Física da unidade estão preparando um programa específico para avaliar o esforço feminino, no concurso. E as candidatas a uma das possíveis 30 vagas do curso de ações táticas já poderão a começar a aprimorar seu condicionamento a partir da próxima semana.


“O Bope vai lançar em seu site, um programa de condicionamento físico. Trata-se um programa de utilidade pública voltado para a comunidade, aberto a qualquer pessoa que queira estar em plena forma. As futuras candidatas já poderão começar a treinar por ali, pois elas terão de se apresentar em excelentes condições. O concurso será uma competição que vai exigir que elas estejam acima da média”, informou o comandante.

Inspiração no Exército israelense

Que ninguém se iluda: os testes para o ingresso de mulheres na tropa de elite da Polícia Militar fluminense serão rigorosos. Segundo Pinheiro Neto, ele é baseado no trabalho de preparação de soldados que o Exército israelense realiza há cerca de 60 anos, em áreas de conflito como a Faixa de Gaza. “Eles têm um trabalho muito bom com mulheres atuando em operações táticas, no resgate de reféns, como negociadoras e também no combate em campo. As mulheres têm uma incrível capacidade técnica, administrativa e operacional. Só precisamos que elas se adeqüem à nossa linguagem”, disse o tenente-coronel. O projeto para o ingresso de mulheres no Bope ainda precisa ser aprovado pelo Estado Maior da PM. Mas as candidatas ao curso de ações táticas – que prepara os policiais para o combate – já estão de prontidão. De acordo com o comandante, é significativo o número de e-mails de mulheres interessadas. “Estamos recebendo muitas mensagens. Há inclusive uma capitã que nos procurou para começar a treinar. As mulheres demonstram interesse e o Bope está animado com a perspectiva de ter mulheres no efetivo, que gira em torno de 400 policiais”, disse animado o oficial, que aguarda a aprovação do projeto para início de 2008. Se aceito, o concurso será realizado em meados do segundo semestre do ano que vem. O curso de ações táticas tem duração de cinco semanas. Entre as provas, as candidatas terão de subir numa corda vertical, transportar carga, fazer marcha acelerada com o todo o equipamento de segurança – armas, colete e munição - além de flexões, abdominais e corridas, entre outros testes de habilidade específica e psicológico.
Bope tem uma mulher

Única presença feminina do Bope há sete anos, a sargento Ana, que trabalha à paisana, na área administrativa do quartel, não pretende se inscrever para o concurso. Mas espera ter em breve companhia feminina no trabalho. Com 11 anos de Polícia Militar e 40 anos de idade, ela conta não ter mais condições físicas de combater nas ruas. “Quando entrei para a PM, ingressei no Batalhão de Choque. Durante cinco anos, trabalhei no combate, nas ruas. Mas sofri uma fratura na perna, que calcificou de forma errada e tive de passar para o setor de administrativo. Até hoje sinto dores quando fico muito tempo de pé. Vai ser bom ter outras mulheres por aqui”, disse a sargento.
Fonte: G1

Bope, a tropa de elite da Polícia Militar, se rende às mulheres pela primeira vez desde os anos 70


RIO - Em 2008, o apelido "homens de preto", que os policiais do Bope carregam desde os anos 70, vai virar passado. Pela primeira vez em sua história, a disputada tropa de elite da Polícia Militar vai aceitar mulheres, além de realizar mudanças na cor da tradicional farda negra dos "caveiras", como se denominam.
A primeira turma de batom do Bope está prevista para estrear somente no segundo semestre do ano que vem. Mas, segundo o comandante do batalhão, tenente-coronel Pinheiro Neto, já há até fila de espera. Apesar de garantir que não haverá diferenças no treinamento e nas funções exercidas por homens e mulheres, o comandante admitiu que essa primeira turma será uma espécie de laboratório para as "aspiras" (apelido dos integrantes do Bope) de saias. Curso específico
- Sem dúvida, vai ser um laboratório para ver o grau de adaptação delas. Primeiro, vai ter um curso específico para que as voluntárias passem a falar a nossa linguagem, mas o currículo do treinamento vai ser o mesmo dos homens - disse Pinheiro Neto, que contratou uma equipe de profissionais de educação física para adaptar as provas de seleção às características do corpo feminino.
As primeiras mulheres a ingressar no Bope já não vão usar a roupa preta que tanto orgulhava o Capitão Nascimento (personagem do filme "Tropa de Elite", de José Padilha. A Sessão de Doutrina e Pesquisa do Bope já está estudando as características das novas fardas que os homens do batalhão usarão nas incursões em favelas do Rio.
- Eles estão avaliando qual o melhor padrão de cor, ou de camuflagem, se for o caso, e o tipo de tecido - disse Pinheiro Neto.


Fonte: O Globo

Carta a ONU

"Rio de Janeiro, em 11 de novembro de 2007.

Ilmo Sr Philip Alston.

DD Relator Especial da Organização das Nações Unidas (ONU) sobre execuções arbitrárias, sumárias ou extra-judiciais.
Como cidadão brasileiro e morador da cidade do Rio de Janeiro, gostaria de externar minha perplexidade e preocupação diante do êxito das táticas aparentemente aplicadas pela administração Sérgio Cabral para desviar o foco das discussões ora vigentes acerca da 'política de segurança' empregada no estado.
Ao promover a polarização das atividades de direitos humanos e da polícia, ela encobre, no mínimo, duas coisas: a sua própria responsabilidade (accountability - não falo de culpa) pelas sucessivas e recorrentes mortes de policiais e de inocentes (também não estou sequer mencionando os supostos criminosos) e a possibilidade de que a visita do relator pudesse se prestar ao carreamento de denúncias pela própria polícia contra a administração Cabral.
Imagino o que deve ter passado por sua mente ao receber, em detrimento de pauta de denúncias e reivindicações, a réplica de um blindado.
Embora não esteja certo de que terá acesso às presentes linhas, gostaria de pleitear o carreamento à Organização das Nações Unidas de alguns poucos, porém significativos, fatos do cotidiano das forças policiais do RJ e cuja responsabilidade não é dos criminosos, mas sim, da própria administração Sérgio Cabral.
Há discrepância significativa no que concerne à remuneração e jornada de trabalho imposta aos integrantes das polícias civil e militar, tendo estes condições ainda mais desfavoráveis do que aqueles. Há hipóteses ordinárias em que policiais militares chegam a ter jornada semanal superior a 70 (setenta) horas e tal fato tende a agravamento quando da realização de grandes eventos, diante de seu emprego mesmo durante o que seria período de recomposição fisiológica. Quanto à remuneração, o topo da Polícia Civil chega a receber mais de que 1500 % do que a base da Polícia Militar, que ostenta os piores salários do Brasil.
A manutenção das Unidades de Polícia Militar é feita com a mesma parcela do erário destinada à alimentação de seus homens e mulheres, ou seja, com a "economia de rancho". Não há dotação orçamentária específica.
O estado do RJ é devedor do sistema de saúde da Polícia Militar em mais de US$ 50.000.000,00, concorrendo de maneira significativa para a debilidade do atendimento à crescente demanda.
Um soldado de polícia militar em início de carreira recebe do estado do RJ como paga mensal por seus serviços pouco mais de US$450,00. Recentemente, o simples e democrático intento de realização de passeata de protesto contra os baixos salários foi rechaçada - com êxito - pelo governo Sérgio Cabral com a possibilidade de imposição de sanções disciplinares aqueles que dela tomassem partido.
Apesar de seu grande efetivo e de sua abrangência territorial, os serviços prestados pelos policiais militares são limitados pela necessidade de preservação de status quo da classe policial de delegados de polícia, não sendo franqueada aos mesmos pelo governo Sérgio Cabral sequer a possibilidade de condução direta à justiça das demandas criminais de menor potencial ofensivo. Não por acaso, a perícia criminal, fundamental à elucidação de delitos, também é mantida sob tutela dos delegados de polícia.
As taxas de elucidação de delitos pela Polícia Civil, embora existentes, são mantidas sob absoluto sigilo. Na única oportunidade em que foram divulgadas, eram próximas de zero.
As atividades investigativas da Polícia Civil são cada vez mais revestidas de ostensividade e é usual a concessão de seguidas entrevistas por investigadores sobre casos que sequer lograram encaminhamento definitivo ao Ministério Público. Investigadores de verdade deveriam utilizar coletes com inscrições e veículos caracterizados com o nome 'POLÍCIA'?
A Polícia Militar também é cada vez mais afastada de seu mister principal; a prevenção/dissuasão da delinqüência e a disseminação de sensação de segurança dá lugar ao emprego eminentemente bélico, em ações de natureza militar e sob a concepção simplória de 'guerra contra o crime'.
Paradoxalmente, a criminalidade de pequena monta, e.g., jogo do bicho, permanece, mesmo a despeito das reconhecidas ligações que tem com práticas lesivas outras, imersa na mais flagrante impunidade. Os delitos e as infrações de trânsito também se apresentam cada vez mais freqüentes e, não por coincidência, olvidados pela polícia.
Alheio às suas responsabilidades em relação às condições de trabalho e mesmo à vitimização de seus policiais e civis, o governo do estado restringe sua falação ao impactante e recorrente discurso do 'combate ao crime' e mais inocentes são vitimados, inclusive, dentre os próprios operadores finais da 'política de segurança' do RJ.
Em síntese bastante apertada, estes são alguns dos pontos dos quais emerge a verdadeira espiral da violência na qual se inserem - e da qual são vítimas - os organismos policiais do estado do RJ.
Respeitosamente,

"WANDERBY BRAGA DE MEDEIROS"

Fonte: Via E-mail

domingo, 11 de novembro de 2007

POLICIAIS...HERÓIS E HOMENS !!!

UMA PEQUENA HOMENAGEM AO POLICIAL...

QUE, EMBORA MUITOS ACREDITEM QUE BROTARAM

DO NADA... SÃO FILHO... PAIS... MARIDOS... MAS

PRINCIPALMENTE SERES HUMANOS!!!!!!!

LIA - SP/SP

sexta-feira, 9 de novembro de 2007

Operação Sentinela: Treinamento mobilizou mais de 300 militares

Garantia da lei e da ordem. Este foi o objetivo do treinamento realizado, de 6 horas do dia 6 às 12 horas de 8 de novembro, por mais de 300 militares do 11º Batalhão de Infantaria de Montanha (BIMth) Regimento Tiradentes, Polícia Militar e Corpo de Bombeiros, em São João del-Rei e Santa Cruz de Minas, com o apoio de policiais civis, representantes do Conselho Tutelar e do Judiciário, além de viaturas e uma aeronave do Exército. A “Operação Sentinela” alcançou os resultados esperados. Proteção de algumas instalações públicas essenciais (postos de abastecimento da cidade, telefonia, energia elétrica e redes de transmissões), controle do trânsito, patrulhamento ostensivo a pé e motorizado pela tropa armada, bloqueio de vias urbanas e estradas federais e estaduais, blitz nas ruas e segurança física aos três Poderes (Executivo, Legislativo e Judiciário). Estas foram as ações realizadas pelos militares. Segundo o comandante do 11º BIMth-Regimento Tiradentes, coronel Henrique Martins Nolasco Sobrinho, a intenção foi manter os militares em condições de serem empregados no reforço de policiamento nas áreas em que há a necessidade do emprego de força federal, tendo em vista a insuficiência de meios da Polícia Militar para garantir a lei e a ordem. “O objetivo da operação foi alcançado com sucesso. O emprego do Exército na manutenção da lei e da ordem está previsto no art. 142 da Constituição Federal. Esta é uma de nossas vertentes. Como o País tem sediado muitos eventos internacionais, preparando-se, inclusive, para a Copa em 2014, já estamos, também, treinando de forma a garantir a manutenção da segurança pública, inclusive nesses casos”, adiantou.

Uma ocorrência

A única ocorrência registrada, através da “Operação Sentinela”, foi o crime de desobediência cometido por Francisco Ferreira Silva, 25 anos. Por volta das 10h40min do dia 6 de novembro, à Rua Ministro Gabriel Passos, bairro Porto Real, em Santa Cruz de Minas, ao serem solicitados os seus documentos e de sua motocicleta, segundo a ocorrência policial, o rapaz se recusou a acatar as ordens legais, passando, posteriormente, a chutar seu próprio veículo, uma Suzuki placa HOG-4135, cor preta. Diante disso, ele foi imobilizado e preso em flagrante delito

Mais treinamentos

O exercício militar treinou, ainda, de 6 a 8 de novembro, o efetivo das cidades de Juiz de Fora e Belo Horizonte, também pertencentes ao Comando Militar do Leste do Exército Brasileiro. O novo comando deverá ser acionado para reforçar o policiamento nas áreas em que haja necessidade de emprego de força federal. E o 11BIMth-Regimento Tiradentes estará, no final deste mês de novembro, em Resende (RJ), treinando sua tropa para o caso de ser acionada com relação à defesa externa do País.

Veja mais fotos aqui...

Fonte: Folha das Vertentes

Não bastasse ser ladrão, tinha que ser burro.


Erro de ortografia ajuda polícia a prender oito suspeitos de assalto à Protege


Eles fingiam ser entregadores de cesta de Natal, mas estavam armados com fuzis.

Um erro de ortografia ajudou a polícia a prender oito suspeitos do assalto à base da empresa de segurança Protege, ocorrido em 11 de setembro, e ao carro-forte da Transbank no estacionamento do Carrefour Morumbi, em agosto. Em uma nova ação, os homens pretendiam se passar por entregadores de cestas de Natal para invadir um prédio de luxo. Para isso, clonaram o veículo de um conhecido estabelecimento comercial especializado em alta gastronomia.

Adesivo

Mas em vez de "Empório", eles escreveram "Impório" no adesivo de um veículo Fiat Dobló. Policiais civis que estavam de campana prenderam o grupo em frente a um condomínio de luxo na Zona Oeste de São Paulo. De acordo com a polícia, os homens pretendiam entrar como entregadores de cesta e assaltar os moradores dos apartamentos. A polícia apreendeu dois fuzis, uma metralhadora e duas pistolas, além de ferramentas para arrombamento de cofres, dois coletes à prova de bala, camisetas similares às da Polícia Federal, seis rádios comunicadores, lanterna giroflex, e oito celulares. A Polícia Civil monitorava os suspeitos desde o planejamento do assalto, em um bar do Jardim Santo Antônio, na Zona Sul de São Paulo. O dono do estabelecimento foi preso. Policiais apreenderam 19 comprimidos de ecstasy e uma porção de cocaína, além de um revólver calibre 38.
Fonte: G1

quinta-feira, 8 de novembro de 2007

Criminosos cercam cabine e matam dois PMs a tiros no Rio

Dois policiais militares foram mortos a tiros na manhã desta quinta-feira no complexo do Andaraí, zona norte do Rio. Eles estavam em uma cabine da corporação no morro quando foram surpreendidos e baleados.

Segundo a PM (Polícia Militar), os criminosos que participaram do ataque estavam divididos em dois grupos e surpreenderam os policiais logo após a troca de turno. Apesar de a cabine ser blindada, um dos PMs estava do lado externo no momento do crime. O outro estaria dentro da unidade, mas com a porta aberta.

Morreram o cabo Leonardo Peterson de Freitas, 28, que estava na corporação desde 1998 e trabalhava na cabine onde ocorreu o crime havia cinco anos; e o terceiro-sargento Marco Aurélio Alves Oliveira, 39, que estava na corporação desde 1987. Um dos policiais chegou a ser socorrido, mas não resistiu aos ferimentos.

Após o crime, os PMs iniciaram uma operação no morro em busca de suspeitos.

quarta-feira, 7 de novembro de 2007

Garoto vai para delegacia após passar trote na polícia


11h16-Um menino de 11 anos, morador da quadra 202 da Asa Sul, foi parar na delegacia nesta terça-feira após passar trote para o número 190 da Polícia Militar. O garoto disse à polícia que um homem estaria assaltando os moradores de um apartamento no bloco onde mora. De acordo com a informação passada ao Centro Integrado de Atendimento e Despacho (Ciade), as vítimas estariam trancadas no apartamento e o porteiro não estaria respondendo.

Quando chegou ao local, a polícia constatou que se tratava de um trote e rastreou o número do telefone. Identificado, o garoto foi levado para a Delegacia da Criança e do Adolescente (DCA). O proprietário do apartamento em que, de acordo o jovem, o crime estaria acontecendo, também foi à delegacia prestar queixa.

Segundo o Ciade, esse tipo de trote é comum. A polícia alerta para o prejuízo que pode causar à sociedade, já que um crime real pode deixar de ser atendido enquanto a polícia averigua um fictício.

A polícia militar diz que está agindo para diminuir o número de trotes. Em setembro, uma mulher foi presa em Ceilândia depois de fazer mais de cem ligações para os números 190 e 193 numa única noite. Ela foi autuada no artigo 266 do Código Penal Brasileiro, que trata da perturbação ou interrupção de serviço telefônico. Se condenada, pode pegar pena de um a três anos de prisão.

Fonte: Do CorreioWeb

domingo, 4 de novembro de 2007

TIMÃO

DESCONTRAINDO