sábado, 19 de maio de 2007

Policiais querem apoio de Ministros

Policiais buscam apoio de ministros mineiros, na tentativa de reabrir negociações com o governo para reajuste salarial
A diretoria do Gabinete Integrado das Entidades de Classe das Forças de Segurança de Minas Gerais (Giforseg/MG) afirmou que a proposta agora é reunir os profissionais de Segurança Pública de outros Estados e buscar o apoio de ministros mineiros no Planalto.Os membros da entidade repudiam as tentativas de desmobilização do grupo por parte do governo estadual e desconsidera as veiculações que indicam o Gabinete Integrado como responsável pela retirada do projeto de lei que beneficiaria os delegados de polícia.Em greve há 17 dias, a Polícia Civil, que recebe apoio institucional da Polícia Militar e Corpo de Bombeiros, não recebeu sinalização do governo de Minas em relação às negociações dos índices de reajuste salarial. O governo encaminhou proposta de reposição de 33,1% escalonada em três anos, aprovada pela Assembléia Legislativa de Minas Gerais, mas, desde o início, não foi aceita pela classe.“Não nos curvaremos ante ao desrespeito, desconsideração e menosprezo para com as Forças de Segurança Pública de Minas Gerais”, disse o delegado Danilo Pereira, presidente do Giforseg.O Gabinete Integrado, a partir de agora, estará mobilizando, em caráter nacional, todas as entidades representativas dos profissionais de Segurança Pública para a realização de uma grande mobilização. “Sabemos que assim como em Minas Gerais, nos outros Estados a situação também é catastrófica. O primeiro encontro dos representantes estaduais já está com data e local definidos. Em breve, vamos divulgar mais detalhes sobre o evento”, informaram os integrantes do Giforseg.Os serviços essenciais da Polícia Civil continuam funcionando com 30% da escala mínima, conforme cartilha de greve.A greve foi deflagrada dia 02 de maio, conforme decisão da Assembléia Geral da categoria, realizada no dia 27 de abril. As polícias lutam pelo reajuste imediato de 19,66%, além da implantação do subsídio como forma de salário.A crise permanece Enganam-se aqueles que julgam encerrada a crise interna das Polícias Militar, Civil e do Corpo de Bombeiros de Minas Gerais, decorrentes da questão remuneratória. A “solução” encontrada pelo Governo de Minas não oferece aos profissionais de Segurança Pública salários que possibilitem dedicação exclusiva, disponibilidade de tempo para treinamento adequado, nem, tampouco, retrata a valorização compatível com os riscos inerentes à complexidade do trabalho policial.O problema não decorre dos percentuais ou em relação à periodicidade dos reajustes concedidos. A questão central reside na diferenciação dos padrões remuneratórios, decorrentes de uma política salarial equivocada, centrada em vantagens pessoais.A guisa de exemplo, a partir de 01 de setembro de 2007 a remuneração de um soldado, ou agente de polícia, possuidor de todas as vantagens será de R$ 2.582,42. Um tenente, nas mesmas condições, receberá R$ 5.591,92 e um coronel R$ 10.934,81, ultrapassando em R$ 434,81, o teto salarial estabelecido para o Executivo.Por isso, constata-se que se o governo mineiro tivesse acolhido a proposta de implantação do subsídio (parcela única de remuneração para o mesmo cargo), esses 10% de setembro resultariam em elevação do padrão remuneratório das Forças de Segurança, proporcionando aos policiais em início de carreira vencimentos dignos e isonômicos e ainda preservando a igualdade de vencimentos entre inativos e ativos.Nessas condições, infere-se que a manutenção do atual sistema remuneratório, que eleva o vencimento inicial de um agente ou soldado, para R$ 1.298,55, deduzido o desconto previdenciário, serve apenas para estimular os jovens a utilizar a profissão como primeiro emprego, para financiar curso superior ou preparação para concursos de outras carreiras jurídicas.De igual sorte, nos níveis gerenciais a situação é semelhante, porquanto oficiais e delegados em início de carreira recebem vencimentos na faixa de R$ 3.000,00, gerando desestímulo para permanência na profissão.A manutenção do sistema condena o Estado a tolerar o exercício de segunda atividade pelos policiais, como instrumento de complementação de renda, fragilizando as Forças de Segurança, tornando-as vulneráveis ao poderio e articulação do Crime Organizado, com reflexos imediatos no aumento da criminalidade. Membros do Giforseg entendem necessário manter a luta, visando à implantação do subsídio, como instrumento definidor da estrutura remuneratória das Forças de Segurança Pública de Minas Gerais, a exemplo do que se pratica no Judiciário e no Ministério Público. A questão não é o índice de aumento, e sim de reestruturação da Política Remuneratória.

Somente nós Policiais!


" Somente nós policiais sabemos o que é ser um,
adrenalina, amor a farda, poder ajudar alguém de alguma maneira,
e sempre criticados, mas sempre tem alguém que vale a pena,
nosso trabalho é cruel, quando erramos vidas se vão, pessoas se machucam,
e nunca somos perdoados, mas quando agimos corretamente,
dificilmente ouvira um muito obrigado, ou valeu por me ajudar etc....
mas mesmo assim AMO TUDO ISSO, minha profissão é um dos meus orgulhos e motivos para viver e lembre-se quando vc estiver em apuros,
nós seremos os únicos que teremos coragem de te socorrer,
ou arriscar nossas vidas por vc, mesmo vc nos criticando, nos odiando, nos amando, ou
simplesmente gostando, seremos os únicos, pode ter certeza,
nem de Deus vc lembrará, mas sim de nós, pois somos os caras,
enfrentamos nosso medo,
temos coragem sobrando e enfrentamos qq coisa pra poder te ajudar,
pois isso é nossa satisfação,
está correndo no sangue..."

sexta-feira, 18 de maio de 2007

Greve em SC.

Agora é em Santa Catarina que a PC está em greve e a PM está em operação tartaruga.

O alerta veio de um leitor do BSP daquelas bandas, na nossa postagem sobre a mobilização da PCESP.

E lá a PM está também engajada no movimento, unida à PC. A Associação de Praças da PMSC, em seu site, incentiva os policiais militares a prestarem solidariedade aos PC e agentes prisionais (também em greve) e a aplicarem a operação "não estou no mundo", que significa que os policiais não devem ficar visíveis nas ruas. Ostensividade zero.

A PM, oficialmente, como de costume, executa a operação avestruz: enfia a cabeça no buraco e finge que não é com ela. O site da PMSC nada traz à respeito.

A reivindicação é pelo cumprimento de uma lei que equipararia e aumentaria, gradualmente, de 2003 a 2006, os salários de PM e PC. No total, o aumento seria de até 93%. O governo até hoje só pagou 20% desse aumento e PM e PC exigem o pagamento dos outros 73%, ou seja, que o governo simplesmente cumpra a lei.

Um SD na PMSC ganha um salário bruto de cerca de R$ 1600,00, sobre o qual disse o Secretário de Coordenação e Articulação do Governo: "Se você comparar com o mercado, verá que não é um salário baixo."

Essa comparação com o mercado... que mercado é esse? Ele está comparando policiais com quem? Qual é o profissional que sai para trabalhar e não sabe se volta vivo pra casa? Comparação estúpida!

E o governo já anunciou que não tem dinheiro para.... para cumprir a lei.

O mesmo esta acontecendo em Minas gerais?

Casal é preso por pedofilia em Uberlândia.

Denúncia anônima levou Policias a casa, que fica em condomínio de luxo em Uberlândia, no Triângulo Mineiro.

Uberlândia, no Triângulo Mineiro

Um casal foi preso por pedofilia em Uberlândia, no Triângulo Mineiro, nesta quinta-feira (17). Segundo a Polícia Militar (PM), uma denúncia anônima levou os policias a casa, que fica em um condomínio de luxo da cidade. O homem, um professor universitário, é acusado de abusar sexualmente da enteada de sete anos com o consentimento da mãe.

Durante a prisão, foram apreendidos materiais pornográficos, fitas de vídeo e fotos que mostram o casal mantendo relações sexuais com crianças. Na casa, também foram encontradas armas e munições.

Conforme a Rede Globo, a menina foi entregue à avó por determinação do Conselho Tutelar. A pena por pedofilia pode chegar a dez anos de prisão.

FORÇAS DE SEGURANÇA DE MINAS GERAIS

A CRISE PERMANECE

Enganam-se aqueles que julgam encerrada a crise interna das Polícias Militar, Civil e do Corpo de Bombeiros de Minas Gerais, decorrentes da questão remuneratória. A “solução” encontrada pelo Governo de Minas, não oferece aos profissionais de segurança pública, salários que possibilitem dedicação exclusiva, disponibilidade de tempo para treinamento adequado, nem, tampouco, retrata a valorização compatível com os riscos inerentes à complexidade do trabalho policial.O problema não decorre dos percentuais ou em relação à periodicidade dos reajustes concedidos. A questão central reside na diferenciação dos padrões remuneratórios, decorrentes de uma política salarial equivocada, centrada em vantagens pessoais.A guisa de exemplo, a partir de 01 setembro de 2007, a remuneração de um Soldado, ou Agente de Polícia, possuidor de todas as vantagens será de R$ 2.582,42. Um Tenente, nas mesmas condições, receberá R$ 5.591,92 e um Coronel R$ 10.934,81, ultrapassando em R$ 434,81, o teto salarial estabelecido para o executivo.Por isso, constata-se que houvesse o Governo acolhido à proposta de implantação do subsídio (parcela única de remuneração para o mesmo cargo), esses 10% de setembro resultariam em elevação do padrão remuneratório das Forças de Segurança, proporcionando aos policiais em início de carreira, vencimentos dignos e isonômicos e ainda preservando a igualdade de vencimentos entre inativos e ativos.Nessas condições, infere-se que a manutenção do atual sistema remuneratório, que eleva o vencimento inicial de um agente ou soldado, para R$ 1.298,55, deduzido o desconto previdenciário, serve apenas para estimular os jovens a utilizar a profissão como primeiro emprego, para financiar curso superior ou preparação para concursos de outras carreiras jurídicas.De igual sorte, nos níveis gerenciais a situação é semelhante, porquanto Oficiais e Delegados em início de carreira, recebem vencimentos na faixa de R$ 3.000,00 gerando desestímulo para permanência na profissão.A manutenção do sistema condena o Estado a tolerar o exercício de segunda atividade pelos policiais, como instrumento de complementação de renda, fragilizando as Forças de Segurança, tornando-as vulneráveis ao poderio e articulação do Crime Organizado, com reflexos imediatos no aumento da criminalidade. Por isso, o Giforseg entende necessário manter a luta, visando à implantação do subsídio, como instrumento definidor da estrutura remuneratória das Forças de Segurança Pública de Minas Gerais, a exemplo do que se pratica no Judiciário e no Ministério Público. A questão não é o índice de aumento, e sim de reestruturação da Política Remuneratória.SEM LUTA, NÃO HÁ CONQUISTA!SALÁRIO JUSTO = DIGNIDADEDanilo dos Santos Pereira, Delegado GeralPresidente do Giforseg/MG e Sindepo/MGLuiz Gonzaga Ribeiro, Sub Ten PM –Presidente da Aspra – PM/BMDomingos Sávio de Mendonça, Ten – Cel PMPresidente da AOPMBMÁlvaro Rodrigues Coelho, Cb BMPresidente em exercício do CSCS/PMBMAntônio Marcos Pereira, Ag. Cl. EspPresidente do Sindipol/MG

CTSP 2008


Confira aqui onde será o local de sua prova para o Concurso de Provimento de SOLDADO DE 1ª CLASSE (CURSO TÉCNICO EM SEGURANÇA PÚBLICA/2008) - INTERIOR.

Faca a impressão de seu comprovante aqui.

Leia o Edital.

quinta-feira, 17 de maio de 2007

Impasse com governo revolta policiais

Giforseg repudia proposta de reajuste do governo aprovado pela Assembléia de MG; aumenta revolta dos policiais mineiros
Policiais da ativa, aposentados, esposas dos militares e civis estiveram nas ruas da capital, ontem, protestando contra a proposta de aumento salarial concedido pelo governo à polícia mineira, e em apoio ao movimento grevista da categoria. Às 15h, os manifestantes se concentraram em frente ao Palácio da Liberdade, ocasião em que realizaram o “panelaço”. As polícias do interior do Estado também participaram da manifestação. Lideranças dos policiais alertam para o aumento da insatisfação da tropa, devido ao impasse criado com o governo tucano.Em greve há 15 dias, a Polícia Civil, que recebe apoio institucional da Polícia Militar e Corpo de Bombeiros, não recebeu sinalização do governo de Minas em relação às negociações dos índices de reajuste salarial. O governo encaminhou proposta de reposição de 33,1%, escalonado em três anos, aprovado pela Assembléia Legislativa de Minas Gerais, em primeiro turno, o que, desde o início, não foi aceito pela classe. Para a diretoria do Gabinete Integrado das Entidades de Classe das Forças de Segurança de Minas Gerais (Giforseg/MG), o Projeto de Lei 929/07, do Executivo, que reajusta, a partir de setembro, em 10% o salário básico dos servidores da segurança em Minas precisa avançar, pois não atende aos anseios da categoria. Diante da insatisfação generalizada, as manifestações continuarão ocorrendo na capital e interior do Estado, com previsão de agenda em Brasília, com ações cada vez mais intensas. De acordo com a diretoria do Giforseg, o reajuste imposto autoritariamente pelo governo mineiro não é o ideal para a valorização das polícias mineiras e “nem condiz com as promessas de campanha do então candidato a governador”. Porém, apenas após a mobilização das seis entidades unidas no Gabinete foi possível a abertura de uma proposta do governo de negociação com a classe. O Giforseg declarou que continuará lutando para que os benefícios sejam concedidos para a categoria e acredita que após a manifestação de ontem será possível abrir novas negociações com o Estado. Segundo membros do Gabinete, a história vem provando que somente na “perseverança e na pressão” o grupo poderá criar alternativas e alcançar conquistas para os trabalhadores. Todas as seis entidades (Acemg, Aspra PM/BM, AOPMBM, CSCS/PMBM, Sindepo-MG, Sindpol/MG) permanecem integradas ao Gabinete e apoiaram o “panelaço”. As polícias mineiras continuam mobilizadas, dentro da orientação da cartilha de greve, que trata das ações constitucionais da luta por melhores salários. Os serviços essenciais da Polícia Civil continuam funcionando com 30% da escala mínima. A greve foi deflagrada dia 02 de maio, conforme decisão da Assembléia Geral da categoria, realizada dia 27 de abril. As polícias lutam pelo reajuste imediato de 19,66%, além da implantação do subsídio como forma de salário.

Fonte: Movo Jornal

Enfim eles se revelam aos poucos!!!


Um ato deselegante e de incentivo à violência. Foi assim que o líder do Partido dos Trabalhadores (PT) na Assembléia Legislativa do estado, deputado Simão Pedro, interpretou a atitude do governador José Serra de posar para fotos segurando um fuzil belga FN 762. A arma é usada por agentes da tropa de elite da Polícia Militar.

Na terça-feira (15), Serra homenageou os policiais do Grupo de Ações Táticas Especiais (Gate) do 3º Batalhão de Choque da PM que atuaram no mais longo seqüestro com negociação de libertação de reféns, ocorrido em Campinas, a 95 km de São Paulo.

“A atitude do governador José Serra foi deselegante e não educa. Pelo contrário, pode até incentivar a população a fazer o uso de arma”, disse Simão Pedro, em nota publicada no site do partido.

quarta-feira, 16 de maio de 2007

kaynan Amor e Saudades eternas!!!



VOU SER PAPAI! VOU SER PAPAI!
As ultimas palavras de um homen...

Essa frase significa alguma coisa pra você leitor?
Onde estão o DH neste momento?
São perguntas que não querem calar!!!
Peco que entre no link abaixo e demonstre sua solidariedade com o Irmao Kaynan...

Kaynan Amor e Saudades eternas!!!

Dois Policiais São Metralhados No Rio de Janeiro

Dois policiais, sendo um civil e um militar, foram mortos com vários tiros na noite desta terça-feira na estrada do Mendanha, no bairro São Geraldo, em Campo Grande, na zona oeste do Rio de Janeiro. Segundo policiais do Regimento de Polícia Montada (RPMont), o policial civil Carlos Eduardo Ferreira, lotado na Delegacia de Repressão de Armas e Explosivos (Drae), e o soldado Henrique Rogério de Souza, do Batalhão de Choque (BPChoque), estavam parados em uma Pajero quando um Vectra prata parou atrás. Homens armados desceram e metralharam os policiais.

Obs: Essa noticia foi enviada por um PM do RJ.