terça-feira, 14 de junho de 2011

Uberlanidia Denuncia:Oficial sofre acidente...


... com habilitação diferente da exigida e CNH não foi recolhida!

No dia 03/Mar/2011 o Ten. xxxx sofreu um acidente na avenida: Getúlio Vargas próximo ao nº 4867, sendo que esse Oficial conduzia uma motocicleta Yamaha Neo, que se encontra devidamente licenciada. Acontece que uma viatura do 32º BPM foi empenhada para atender essa ocorrência, mas ao chegar ao local observou que se tratando de um militar era necessário acionar o CPU (Coordenador do Policiamento da Unidade). Isto feito, compareceram o CPU do 32º BPM e o CPU do 17º BPM que dispensaram a viatura que deslocou até o local e foram para um posto fixo para registro. BO 59579 REDS 767271.

Podemos observar abaixo que o Ten. é habilitado na categoria “B” conforme registro nº "xxxxxxxxxxxx" (12 caracteres?) com validade até 28/07/2011 sendo que o documento foi entregue em 19/02/2008 pelos Correios. Em um acidente de trânsito tem-se a necessidade de ser lançados em campo próprio os dados da CNH, dinâmica do acidente, dados completos do veículo dentre outros, totalizando várias páginas.

Nessa ocorrência podemos verificar que são apenas 04 páginas sendo suprimidas as citadas acima numa clara tentativa de omitir os dados da CNH para não ter que fazer a apreensão da referida carteira e nem a lavratura do Auto de Infração de Trânsito por estar conduzindo um veículo para a qual não tem permissão.

Vejamos:

1 -  Descrição da infração Art. CTB Multa UFIR Medidas Administrativas;

2 - Dirigir veículo com carteira de habilitação ou permissão para dirigir de categoria diferente do veículo que esteja conduzindo 162 – III 180 x 3 Apreensão do veículo e recolhimento da habilitação.

3 - Outra observação importante é que no Histórico a Carteira Nacional de Habilitação está com 12 dígitos e todos sabem que o Registro da CNH é com apenas 11 números em uma clara tentativa, em tese, de beneficiar a vítima ou esconder os fatos?

O que não ficou claro é:

1 - Todos são iguais perante a Lei?

2 - Teria o Oficial, que foi relator da ocorrência e é especialista em Trânsito, apenas se enganado?

3 - No BO está escrito que o Ten. xxxx estava de serviço (como veículo pessoal?), será que seria uma tentativa de apará-lo no Atestado de Origem?

4 - Foi apenas uma desídia na hora de ser confeccionado o Boletim de Ocorrência (REDS)?

5 - O crime, em tese cometido, foi Improbidade Administrativa?

6 - O crime, em tese cometido, foi Prevaricação?

Fonte: No QAP.
Imagem: Wiki.

domingo, 12 de junho de 2011

Ex-policial militar é preso com 58 quilos de cocaína em Araguari


Um ex-policial de Araguari foi preso pela Polícia Federal (PF), neste sábado (11), com mais de 58 quilos de pasta de base de cocaína. O flagrante foi em um sítio localizado na MG-223, numa região de Araguari (MG) conhecida como Barracão. A droga estava escondida em um fundo falso de uma caminhonete. Outro homem também foi preso e quatro veículos que estavam no local foram apreendidos.

Segundo o delegado federal Sérgio Murilo, há cerca de um mês a Polícia Militar (PM) de Araguari recebeu informações de que o ex-militar estaria transportando grande quantidade de drogas para a região e, então, repassou os dados para a delegacia da PF em Uberlândia. “Começamos a investigar e descobrimos, por meio de denúncia, que uma carga chegaria no sábado (11)”, disse.

Cerca de 20 policiais, entre federais e militares, ficaram na espreita próximo ao rancho quando viram a aproximação de uma caminhonete Chevrolet Silverado. Na abordagem, encontraram um fundo falso na caçamba do veículo, que comportava 56 tabletes da pasta base de cocaína.

Os suspeitos disseram aos policiais que traziam a droga de Goiânia (GO) e que descarregariam no local. “Os suspeitos não quiseram dar muitas informações. Porém, não importa. Temos outros métodos para investigar a procedência. Provavelmente, essa droga entrou no país pela Bolívia ou pela Colômbia.”, disse.

A substância e os veículos apreendidos estão recolhidos na delegacia da Polícia Federal em Uberlândia.

Fonte: JC

quinta-feira, 9 de junho de 2011

A história do soldado que não queria se render...

... nem mesmo 29 anos após o fim da 2a Guerra Mundial!

Numa madrugada qualquer de Março, o veterano Tenente do exército japonês Hiroo Onoda depôs armas em frente a seu comandante, o ex Major Taniguchi, numa cerimônia comum, executada inúmeras vezes pelos militares japoneses após derrota na Segunda Guerra Mundial.

"Hiroo Onoda, em foto de 1944". (Clique na imagem para ampliar)
Porém, o que chamou a atenção do mundo para este acontecimento ocorrido na ilha de Lubang, nas Filipinas, foi o fato de que isto ocorreu no mês de Março de 1974, 29 anos após a rendição japonesa, que encerrou a Segunda Guerra Mundial.

"A rendição do Tenente Onoda em 1974". (Clique na imagem para ampliar)





Nascido em Kainan em 1922, a vida de Onoda começou a mudar em 1942, assim que os Estados Unidos declararam guerra ao Japão, fazendo com que ele se juntasse ao exército, fazendo um treinamento numa unidade especial de guerrilha e táticas de sobrevivência na selva.

"Jardim em Kainan, cidade natal de Hiroo Onoda".  (Clique na imagem para ampliar)

No dia 26 de Dezembro de 1944, chegou com sua unidade à Ilha de Lubang, nas Filipinas, com a missão de protegê-la a qualquer custo, impedindo qualquer tentativa de invasão norte-americana. Onoda sabia que a primeira tarefa seria destruir o cais e o aeroporto da ilha, mas ao juntar-se com outros soldados, foi voto vencido.

"Localização da ilha de Lubang, nas Filipinas". (Clique na imagem para ampliar)



Em 28 de fevereiro de 1945 as tropas americanas invadiram a ilha, e com um aeroporto e um cais funcionais, foi muito fácil ocupá-la, massacrando as tropas japonesas. Ao final do confronto apenas 4 soldados japoneses não estavam mortos ou haviam sido capturados:  Onoda e mais três companheiros.

"Tropas americanas no Pacífico tomar Lubang foi muito fácil, com uma pista de pouso e um cais à disposição". (Clique na imagem para ampliar)

Durante o tempo em que durou a ocupação americana, os japoneses fugiram para as densas florestas nas colinas da ilha, morando em cavernas e alimentando-se de coco, bananas e eventualmente de alguns animais que capturavam sem usar armas, para não denunciar sua posição. Com o final da guerra, as tropas se retiraram e a vida na ilha seguiu seu curso. A ilha era habitada, e eventualmente alguns moradores que se aventuravam pelas colinas não retornavam para casa, criando a lenda dos "Demônios das Montanhas".

"Rendição de soldados japoneses durante a Segunda Guerra Mundial para Onoda, esta não era uma opção". (Clique na imagem para ampliar)

Após 5 anos de isolamento, Akatsu, um dos companheiros de Onoda, fugiu do grupo e vagou pela ilha durante 6 meses até ser capturado por uma patrulha filipina, que o acolheu, informando que a guerra havia acabado. Pensando nos companheiros, convenceu que uma missão de resgate fosse feita para encontrá-los. Onoda, porém, pensou que era apenas um ardil dos inimigos para capturá-los, e fugiu para outro ponto da ilha.

"Uma das cavernas onde Onoda e seus companheiros viveram em Lubang. Hoje é atração turística". (Clique na imagem para ampliar)

Tentando trazê-los à razão, aviões jogaram cartas, panfletos e fotos de familiares dos japoneses nas selvas da ilha, mas Onoda mais uma vez pensou tratar-se de propaganda do inimigo. Depois de algumas outras tentativas frustradas, entraram em conflito com pescadores, que acabaram matando um de seus companheiros restantes. Agora restavam só Onoda e o soldado Suzuka.

"Nas paradisíacas paisagens de Lubang a vida de Onoda e seus companheiros não era nada fácil". (Clique na imagem para ampliar)

Até o irmão de Onoda foi chamado à ilha, e com um megafone implorou pelo retorno do irmão. Mais uma vez, pensaram ser um truque e não foram ao encontro de seus familiares.

Mais de 20 anos haviam se passado, e os dois sobreviventes eventualmente queimavam plantações locais e assaltavam as propriedades usando táticas de guerrilha, e em uma destas ocasiões foram cercados pela polícia, que matou Suzuka. Onoda estava agora sozinho.O ano era 1972.

"Tão longe, tão perto... As praias da ilha eram um luxo não permitido para os soldados japoneses". (Clique na imagem para ampliar)



Em 1974, um turista de nome Suzuki foi à Lubang sabendo da história de Onoda, e encontrou-se com ele. Antes que fosse morto como traidor a serviço do inimigo, conseguiu convencê-lo a ouvir a história dos últimos 29 anos, e incrivelmente Onoda disse que se seu comandante fosse até lá rendê-lo, ele finalmente deporia as armas.

"Foto rara de Norio Suzuki (de camisa branca, ao lado de Onoda), o turista que convenceu  o Tenente que a guerra havia acabado". (Clique na imagem para ampliar)
Na madrugada de 10  de Março de 1974, diante de um envelhecido comandante Taniguchi vestindo um surrado uniforme militar, Onada depôs suas armas, após quase 30 anos de uma "guerra particular".

"Hiroo Onoda durante sua rendição em 1974, o fim de 29 anos de uma "guerra particular". (Clique na imagem para ampliar)


Apesar de ter matado mais de 30 ilhéus em Lubang desde o final da guerra, Onada obteve perdão do então Presidente filipino Ferdinand Marcos, e foi recebido com honras e condecorações no Japão. Porém, sua fama pública de "maluco" fez com que viesse para o Brasil, onde transformou-se em um importante produtor agrícola na cidade de Terenos, no Mato Grosso do Sul.

"Bandeira do Exército Imperial Japonês utilizada durante a Segunda Guerra Mundial". (Clique na imagem para ampliar)

Até o momento em que este post foi escrito, Onada permanecia vivo e com boa saúde. A alguns anos retornou ao Japão, mas visita o Brasil regularmente, mesmo à porta dos 90 anos de idade.

"O Ditador filipino Ferdinand Marcos absolveu Onoda de todos os seus crimes em Lubang Alegou "circuntâncias especiais". (Clique na imagem para ampliar)




A história de Onada não é a única de soldados japoneses que continuaram combatendo após o final da Segunda Guerra Mundial. Eles são chamados de "Holdouts", e foram resgatados em vários pontos do Pacífico.

"Onoda em foto mais recente". (Clique na imagem para ampliar)










O último dos "holdouts" encontrados no Pacífico foi Teruo Nakamura, em Novembro de 1974.Sua recepção foi fria, pois não era japonês, e sim Taiwanês, a serviço do Exército do Japão.

"Foto de Soichi Yokoi, resgatado em 1972 em Guam". (Clique na imagem para ampliar)





Mais uma mostra da fibra deste povo que encara com honra e determinação qualquer adversidade, provando que para eles a lealdade à hierarquia é o mais importante dos bens. Os recentes acontecimentos no Japão mais uma vez comprovaram estas características.

Saiba mais sobre estes soldados: Houdouts

Saiba mais sobre: Hiroo Onoda

Fonte: Rio Blog
Imagens: Rio Blog

quarta-feira, 8 de junho de 2011

236 anos da Gloriosa PMMG


Trinta e oito pessoas e entidades civis foram homenageadas nesta quarta-feira (8), pela manhã, durante solenidade que comemorou o aniversário de 236 anos da Polícia Militar de Minas Gerais (PMMG), na 9ª Região Integrada de Segurança Pública (9ª Risp), no Jardim Patrícia, zona oeste de Uberlândia.

Entre os homenageados, estavam promotores, juízes, empresários e outros profissionais, além das jornalistas do CORREIO de Uberlândia Roberta Guimarães e Gleide Corrêa.

Aos homenageados, foram entregues diplomas de colaboração benemérita que, segundo protocolo do órgão policial, distingue aqueles que contribuíram para a preservação da segurança pública. “São cidadãos e empresas que, em parceria com a PM, promoveram, sobretudo, a paz social na região de um modo geral”, disse o comandante da 9ª Região de Polícia Militar (9ª RPM), coronel Dilmar Crovato.

Oficiais e praças dos 18 municípios que compõem a 9ª RPM também estiveram presentes no evento. Oito deles que se destacaram profissionalmente e pessoalmente no dia a dia receberam medalhas de mérito pela conduta mostrada em circunstâncias diversas.

Desde o dia primeiro deste mês, a PM estadual vem fazendo atividades em comemoração ao aniversário da corporação. A PMMG é a polícia mais antiga do Brasil. Segundo historiadores, o órgão se originou em junho de 1775, com o surgimento do Regimento Regular de Cavalaria de Minas em Ouro Preto (MG). O patrono dos militares é o Alferes Tiradentes, herói da Inconfidência Mineira.


Fonte: JC

sexta-feira, 3 de junho de 2011

Policial Militar faz apelo para que Estado não tome sua casa

Para quem não sabe, os condutores de viatura policial são responsáveis por qualquer acidente de trânsito que ocorra com o veículo, como se proprietário fosse. Isso significa que, no caso de um acompanhamento a veículo suspeito, por exemplo, havendo algum acidente originado duma manobra do policial, ele deverá ressarcir o Estado nos danos ocorridos na viatura. Numa cultura em que o policial é criticado por não se utilizar de todos os meios para capturar um criminoso, dá para imaginar as consequências desta contradição. O vídeo a seguir mostra uma triste situação em que um PM de São Paulo está na iminência de perder sua casa em virtude deste contexto. Esperamos que haja a flexibilidade pleiteada pelo policial...


Fonte: Abordagem Policial

Sindicatos reagem contra prisão de oficial da PM alagoana


O capitão da Polícia Militar alagoana Marcelo Ronaldson foi recolhido ao quartel do comando geral da PM em Maceió depois de participar do protesto contra a política salarial do governo estadual, manifestação realizada ontem (quarta, 01) na capital. A prisão do oficial levou lideranças de movimentos sindicais a reagir contra a ordem determinada pelo secretário de Defesa Social, o coronel PM Dário César.

A versão oficial acusa o capitão Marcelo Ronaldson de transgressão e desrespeito à corporação e ao governador Teotônio Vilela Filho com palavras de baixo calão e xingamentos. Apesar disso, representantes de sindicatos e associações unidos no Movimento Unificado dos Servidores Públicos Estaduais de Alagoas foram até a porta do quartel geral da PM nesta quinta-feira, 02, para prestar solidariedade ao capitão.

Lideranças e membros da CUT, do Sinteal (Educação), do Sindpol (Polícia Civil), do Sindapen (Agentes Penitenciários), das associações que representam os militares, inclusive do Corpo de Bombeiros, protestaram de forma pacífica, manifestação com poucas pessoas presentes. Apesar do pequeno número de manifestantes, o BOPE chegou a ser acionado durante o protesto.

Incoerência

De acordo com a presidente do Sindicato dos Trabalhadores da Educação de Alagoas (Sinteal), Célia Capistrano, a atitude de prender o capitão Marcelo Ronaldson foi incoerente, pois ele estava exercendo a cidadania. “O coronel Luciano precisa ter um diálogo direto conosco e não ficar agindo dessa forma”.

Segundo o presidente da Associação dos Oficiais Militares de Alagoas (Assomal), o major Wellington Fragoso, o oficial tem imunidade, pois é diretor da associação. “Simplesmente por exercer o seu direito de se expressar, foi detido. Não aceitamos qualquer punição de militantes. O comandante tem por obrigação conversar com as associações a fim de reverter esta situação”, explicou Fragoso.

Retrocesso

O major Wellington Fragoso completa dizendo que a prisão do capitão Marcelo Ronaldson é um retrocesso e deve ser revogada. “Ele apenas manifestou seu pensamento e isto é um direito que foi instituído pela Constituição Federal”.

Para o sargento Teobaldo Almeida ocorreu a quebra do estado de direito. “O comando está indo na contramão da democracia que hoje é implantada no Governo Federal. A liberdade de expressão deve ser respeitada e o capitão estava somente representando a classe e não deve ser reprimido”, afirmou.

Crise

Os diretores da Assomal, juntamente com o advogado da entidade tentaram conversar com o comandante-geral, mas não foram recebidos por ele. Enquanto aguardavam os representantes da associação que foram conversar com o comando, o gerenciamento de crises interveio e solicitou que os sindicalistas saíssem da porta do quartel.

Por ordem do comandante, o coronel Batinga, o Batalhão de Policiamento de Trânsito (BPTRAN) fechou a rua, impedindo que os veículos passassem. Alguns sindicalistas afirmaram que o objetivo era impedir que o movimento ganhasse força. Após os policiais do gerenciamento de crises conversarem com Izac Jackson, todos resolveram ir para a Academia da Polícia Militar, onde o capitão Marcelo Ronaldson está preso.

Fonte: Aqui Acontece

quarta-feira, 1 de junho de 2011

"Herros de Puliça"


Tal anedotário é obra de um Tenente Coronel da PM/MG, que recentemente expôs o conteúdo de seu livro no Programa do Jô Soares, informando que
todas as frases foram originalmente coletadas dos livros e relatórios escritos por policiais ao registrarem suas ocorrências (REDS / BO):  

'Senhor delegado, deu entrada no Pronto-Socorro Municipal o cidadão, vítima de 'gargalhada'.
'Gargalhada' no peito, no rosto e nas costas. Segue anexo um 'gargalho'de garrafa.'

'O veículo, durante o acidente, teve amassamento no pára- choques e nos pára-lamas dianteiros, sendo quem não pudemos colher melhores dados, devido à vítima haver fugido a 'galope.'

'O condutor foi preso em flagrante por estar dirigindo em velocidade 'incombatível' com o local.'

'Ocorreu um 'abarroamento' de pessoas.'

'Os conduzidos, além da algazarra, ainda xingavam a todos com palavra de baixo 'escalão'.

'Demos cobertura à ambulância na condução de um 'débito mental' até o PSM'.

'O condutor do veículo colocava em risco a segurança das pessoas, pois estava dando 'cavalo de Paulo' na rua.'

'Chegando ao local, encontramos a vítima caída ao solo, aparentando ter cometido um 'homicídio contra si mesmo'.'

'No histórico da ocorrência, constava como objeto apreendido: duas latas de cera 'Odd' e uma lata de cera 'PPO'.

'Formava uma 'língua de fogo que lavava a rua'.'

'O cidadão machucou o 'membro do rosto'.'

'O conduzido, que foi preso em flagrante, disse que era inocente na acusação e que não estava passando de 'bode respiratório'.'

'O sujeito estava vestido com uma calça Jeans e uma camisa 'destampada'.'

'...os indivíduos tentaram resgatar o autor do nosso domínio através do uso de força 'anônima'.'

'O cadáver apresentava sinais de estar morto.'

'Foi apreendido um quilo de lingüiça 'perfumada'.'

'Atendemos à 'solicitação do solicitante' , que nos narrou que o autor praticava 'atentado violento' ao pudor, pois exibia para os transeuntes os 'órgãos sanitários'.'

'Após discutir com a vítima, o autor desferiu um forte soco no rosto da mesma, que de tão violento, 'soltou a tampa de seu nariz' .'

Fonte: Herros de Puliça

Curiosidades de hierarquia das PM's


Após a Constituição de 1988, algumas corporações realizaram modificações em suas estruturas; abolindo alguns níveis hierárquicos.

Brigada Militar do Rio Grande do Sul

- Foi abolido o Segundo Tenente e o Aspirante a Oficial; sendo o posto preenchido pelos Primeiros Sargentos, que após concurso interno, os que obtiverem êxito serão promovido diretamente ao posto de Primeiro Tenente (CBAPM).

- Foi abolido também os postos de Cabo e Terceiro Sargento; sendo que ainda existem alguns Terceiro Sargentos na ativa, porém em processo de extinção. Futuramente a única forma de um Soldado ser promovido será a aprovação no curso de habilitação a graduação de Segundo Sargento (CTSP) ou por ato de bravura. Existe o Aluno Oficial, com a denominação de Cadete; o qual realiza curso com duração de dois anos (Curso Superior de Polícia Militar - CSPM), que lhe dá o direto ao posto de Capitão. Entretanto, o candidato deve possuir bacharelado em Ciências Jurídicas 
ou Sociais, e possuir Carteira Nacional de Habilitação, Categoria B.

Polícia Militar do Estado da Bahia

- Em 2001 foi suprimido o Segundo Tenente, o Aspirante a Oficial, o Segundo e Terceiro Sargento, o Cabo, e o Soldado 2ª Classe. Recentemente foi reativado o Aspirante a Oficial, o Subtenente, e o Cabo.

Polícia Militar do Estado do Tocantins

- Em 2000 foi abolido o posto de Segundo Tenente. O Aspirante a Oficial, após realizar o período de estágio, e o Subtenente, através do Curso de Oficial de Administração, são ambos promovidos diretamente ao posto de Primeiro Tenente.

Imagem: Google

Fique atento - CTSP 2011


Ainda não temos muitas informações sobre concurso PM 2011 MG, mas com certeza vamos estar disponibilizando aqui muitas dicas e também atualizando os nossos dados freqüentemente para lhe menter informado(a).

Imagem: Instituto Marconi


Todos os Policiais foram presos! - Bahia



Corregedoria assume delegacia na Bahia, após prisão de policiais, oito oficiais, inclusive o delegado, foram presos na Operação Esfinge. 

Delegacia fica no município de Camacan, no sul da Bahia.

Agentes da Corregedoria da Polícia Civil assumiram nesta terça-feira (31) o comando da delegacia de Camacan, no sul do estado.
A medida foi tomada depois que todos os oito oficiais da unidade policial foram presos, inclusive o delegado titular, na Operação Esfinge, iniciada nessa madrugada.
Os suspeitos foram denunciados pelo Ministério Público por crimes de extorsão, formação de quadrilha, receptação de carga roubada e de veículos de forma ilícita, além de homicídios, que estão sendo investigados em sigilo.
De acordo com a polícia, além dos oficiais, empresários da região estão envolvidos nos crimes.
De acordo com a promotora de Justiça Ediene Lousado, as instituições envolvidas estão em buscas dos quatro suspeitos restantes, que não estavam no local planejado. Ela comenta que os empresários compravam cargas de assaltantes e os policiais davam escolta à mercadoria até o destino da comercialização.
"Todos fazem parte de um mesmo grupo que atuam em toda região há mais de três anos", informa a promotora, que coordena o Grupo de Atuação Especial de Combate às Organizações Criminosas e de Investigações Criminais do Ministério Público Estadual (Gaeco), que participa da ação junto à Secretaria de Segurança Pública (SSP) e Corregedorias das Polícias Civil e Militar, com efetivo total de 131 policiais.
Os oficiais e o delegado serão encaminhados para a sede da Corregedoria da Polícia Civil em Salvador. Os 27 detentos que estavam presos na delegacia da cidade vão ser transferidos para o presídio do município de Itabuna.

Entenda o caso


Dezessete pessoas foram presas na  Operação Esfinge, que teve por objetivo cumprir 21 mandados de prisão temporária e 25 mandados de busca e apreensão na capital baiana e nos municípios do interior do estado, expedidos pelo juiz Fábio Mello Veiga, da Vara Crime da comarca de Camacan.

A ação realizou sete flagrantes, sendo dois por peculato (crime contra administração pública), e cinco portes ilegais de arma, realizadas por cinco promotores de Justiça, o diretor da Depin (Delegacia de Polícia do Interior), Edenir Cerqueira, o corregedor da Polícia Militar Marconi do Nascimento.


Fonte: G1
Imagem: G1